São Caetano vence o Volta Redonda em noite de Jô Fernandes

Dizem que o futebol não é feito de números. Mas ontem, na vitória do São Caetano sobre o Volta Redonda por 3 a 0, a matemática esteve presente no jogo válido pela nona rodada da primeira fase da Série D. Era o duelo de número 600 do Azulão no Anacleto Campanella. Além disso, o segundo tento do time do Grande ABC na partida fez o atacante Jô Fernandes entrar para a história com o gol 1.800 desde a fundação.    Aliás, o artilheiro também marcou o terceiro tento do triunfo são-caetanense e chegou aos 11 em sete partidas na Quarta Divisão, isolado na liderança do ranking e a apenas dois de se tornar o maior goleador da história da competição.

O jogo começou com o Azulão mantendo a posse de bola, mas sem criar chances de gol. Em chutes de fora da área, o time do técnico Luís Carlos Martins começou a chegar e, assim, abriu o marcador. Esley, que já tinha acertado o travessão aos 30 minutos, tentou outro arremate do meio da rua pouco tempo depois e acertou o ângulo do goleiro Mota.

Pouco inspirado no primeiro tempo, o artilheiro Jô voltou para a etapa final inspirado. Aos 22, ele aproveitou cruzamento da direita e tocou de cabeça para as redes. Na comemoração, o atacante tirou a camisa, subiu no alambrado e foi punido com cartão amarelo pelo árbitro André Rodrigo Rocha.

O golpe de misericórdia veio aos 37, em jogada que começou com o zagueiro Júnior Alves. Ele fez o lançamento do campo de defesa, a bola chegou em Jô, que se livrou da defesa e chutou cruzado. A redonda bateu na trave e entrou.

Com o resultado, o líder Azulão pode confirmar hoje a primeira posição do Grupo A-8. Para isso, o Lajeadense não pode vencer o Metropolitano. Caso contrário, o Azulão decide a ponta domingo, contra o time de Lajeado.

Martins exalta vitória e fala sobre o goleador da equipe


Ao fim da partida de ontem, no Anacleto Campanella, o técnico do São Caetano, Luís Carlos Martins, falou sobre o desempenho do time diante do Volta Redonda. Para o treinador, foram dois tempos distintos e o Azulão apresentou melhor futebol na etapa final do confronto diante do time fluminense.

“O resultado positivo sempre é importante. No primeiro tempo, apesar da minha cobrança, o time entrou relaxado com a classificação antecipada. Erramos muitos passes e oferecemos contra-ataques. No segundo tempo tivemos mais aproximação, matamos o jogo e poderíamos até ter aumentado a vantagem no fim do jogo”, analisou.

Para o confronto que fecha a participação do time na primeira fase da Série D, Martins não adiantou se vai poupar jogadores contra os gaúchos da Lajeadense.

Questionado sobre o bom momento do artilheiro Jô Fernandes e as especulações sobre um possível interesse do São Paulo no jogador, o treinador elogiou o camisa 9, mas deixou um recado.

“O Jô ficou muito tempo parado, cerca de três anos e eu tenho paciência com ele. O jogador está entrando no ritmo agora e não está preparado para jogar em outra equipe neste momento. Além disso, ele deve muito ao São Caetano, que abriu as portas para ele voltar a jogar futebol”, finalizou.

















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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

São Caetano vence o Volta Redonda em noite de Jô Fernandes

Dizem que o futebol não é feito de números. Mas ontem, na vitória do São Caetano sobre o Volta Redonda por 3 a 0, a matemática esteve presente no jogo válido pela nona rodada da primeira fase da Série D. Era o duelo de número 600 do Azulão no Anacleto Campanella. Além disso, o segundo tento do time do Grande ABC na partida fez o atacante Jô Fernandes entrar para a história com o gol 1.800 desde a fundação.    Aliás, o artilheiro também marcou o terceiro tento do triunfo são-caetanense e chegou aos 11 em sete partidas na Quarta Divisão, isolado na liderança do ranking e a apenas dois de se tornar o maior goleador da história da competição.

O jogo começou com o Azulão mantendo a posse de bola, mas sem criar chances de gol. Em chutes de fora da área, o time do técnico Luís Carlos Martins começou a chegar e, assim, abriu o marcador. Esley, que já tinha acertado o travessão aos 30 minutos, tentou outro arremate do meio da rua pouco tempo depois e acertou o ângulo do goleiro Mota.

Pouco inspirado no primeiro tempo, o artilheiro Jô voltou para a etapa final inspirado. Aos 22, ele aproveitou cruzamento da direita e tocou de cabeça para as redes. Na comemoração, o atacante tirou a camisa, subiu no alambrado e foi punido com cartão amarelo pelo árbitro André Rodrigo Rocha.

O golpe de misericórdia veio aos 37, em jogada que começou com o zagueiro Júnior Alves. Ele fez o lançamento do campo de defesa, a bola chegou em Jô, que se livrou da defesa e chutou cruzado. A redonda bateu na trave e entrou.

Com o resultado, o líder Azulão pode confirmar hoje a primeira posição do Grupo A-8. Para isso, o Lajeadense não pode vencer o Metropolitano. Caso contrário, o Azulão decide a ponta domingo, contra o time de Lajeado.

Martins exalta vitória e fala sobre o goleador da equipe


Ao fim da partida de ontem, no Anacleto Campanella, o técnico do São Caetano, Luís Carlos Martins, falou sobre o desempenho do time diante do Volta Redonda. Para o treinador, foram dois tempos distintos e o Azulão apresentou melhor futebol na etapa final do confronto diante do time fluminense.

“O resultado positivo sempre é importante. No primeiro tempo, apesar da minha cobrança, o time entrou relaxado com a classificação antecipada. Erramos muitos passes e oferecemos contra-ataques. No segundo tempo tivemos mais aproximação, matamos o jogo e poderíamos até ter aumentado a vantagem no fim do jogo”, analisou.

Para o confronto que fecha a participação do time na primeira fase da Série D, Martins não adiantou se vai poupar jogadores contra os gaúchos da Lajeadense.

Questionado sobre o bom momento do artilheiro Jô Fernandes e as especulações sobre um possível interesse do São Paulo no jogador, o treinador elogiou o camisa 9, mas deixou um recado.

“O Jô ficou muito tempo parado, cerca de três anos e eu tenho paciência com ele. O jogador está entrando no ritmo agora e não está preparado para jogar em outra equipe neste momento. Além disso, ele deve muito ao São Caetano, que abriu as portas para ele voltar a jogar futebol”, finalizou.

















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