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terça-feira, 4 de outubro de 2016

Yom Kipur (Dia do perdão)

Nesta época (início do outono – Israel ou primavera – Brasil), os judeus do mundo comemoram a seqüência de festas típicas da estação de outono: o Rosh Hashaná (também conhecido como festa das trombetas), os 10 dias de Arrependimento (cujo último dia é conhecido como Yom Kipur, o dia do Perdão) e a Festa dos Tabernáculos ou festa da colheita (Sucôt)
.
Qual é a origem desses dez dias de arrependimento?
Em Levítico 23:24, encontramos uma ordem: “…No sétimo mês, ao primeiro dia do mês, tereis descanso solene, um memorial ao som da trombeta, uma santa convocação” . Após o exílio Babilônico, este dia do “soar da trombeta” tornou-se conhecido como Rosh Hashaná, o Ano Novo Judaico. Na Torá, tudo o que conhecemos é que é um dia de “fazer tocar as trombetas”. No livro de Salmos, encontramos referências interessantes (Salmo 81.3) “Tocai a trombeta na lua nova, na lua cheia, no dia da nossa festa”. Nesse Salmo encontramos o tocar da trombeta (Shofar, que é um chifre de carneiro) na lua nova, que é a primeira do mês, é também chamada “o dia de nossa festa”. O Salmo 81 traz à luz um outro aspecto tradicional dessa festa. De acordo com a tradição desse dia, Rosh Hashaná, que é o primeiro dia do sétimo mês, é também um dia que coroamos D-us como Rei de nossas vidas e da vida da nação. Entre o Rosh Hashaná, que é o primeiro dia do sétimo mês, e o dia da expiação (Yom Kipur), que é o décimo dia do sétimo mês, há um período de dez dias separados para o arrependimento e perdão dos pecados de Israel. Esses dez dias são como um período especial onde as pessoas se tornam mais cerimoniais e contemplativas acerca de seus pecados, num nível coletivo-nacional. D-us concedeu um dia para expiação dos pecados da nação. O bode expiatório que era enviado ao deserto era uma prefiguração do trabalho de Yeshua (Jesus) o Messias, que morreu na cruz pelos pecados do mundo inteiro. Por causa da solenidade que traz esse dia, tornou-se tradição tomar dez dias entre os dois dias santos para contemplação e arrependimento.
Os judeus, de modo geral, levantam bem cedo, antes do nascer do sol, e recitam orações e cânticos de arrependimento que expressam a profunda tristeza que cada indivíduo e toda coletividade tem pela fraqueza e pelos pecados que eles cometeram.
Não há nenhuma outra nação que gaste dez dias meditando acerca da expiação e perdão dos pecados como a nação de Israel.
Érev Yom Kippur em Jerusalém.
Érev Yom Kippur em Jerusalém.
No dia da expiação quase todo Israel e a comunidade judaica ao redor do mundo jejua. Ninguém come ou bebe, por um período de 24 (vinte e quatro) horas. Cada pessoa, que não esteja doente ou grávida, ou seja maior de doze anos jejua, abstém-se de comida e bebida por 24 (vinte e quatro) horas, isto aumenta a seriedade do dia no qual você contempla seus pecados e fraquezas. Os cultos nas Sinagogas geralmente acontecem na noite anterior, normalmente pela manhã bem cedo, e o último às 18:30 deste dia. Muitas pessoas permanecem na Sinagoga por 10 (dez) horas, para orar e suplicar a Deus pelo perdão do pecados.
A consciência de pecado ensinada pelo Rabino Shaul (Paulo) está provavelmente influenciada pelas orações do dia da expiação. Passagens como Romanos 7:24 “Desventurado homem que sou? Quem me livrará do corpo desta morte?”, podem estar influenciados pelas confissões do dia da expiação, que repetidamente enfatizam a fraqueza e a vulnerabilidade do homem.
Há um interessante comentário feito por Ibn Ezra, um comentarista bíblico judeu medieval, a respeito de Levítico 16.9-10. Ibn Ezra fixa seu comentário em Levítico 16.9: “Se você deseja conhecer o mistério do bode expiatório deve conhecer primeiro quem morreu na idade de 33 (trinta e três)…”. Não foi ele quem elaborou este ponto. Um comentarista posterior, um dos mais famosos Rabinos Judeus da era de ouro, do exílio espanhol, rabino Moshê Ben-Nachman, afirma neste verso: “Eu digo que o Rabino Abraham Ibn Ezra quis dizer, “a idade de 33…”: Esaú e o Reino de Edom”. Na terminologia judaica medieval, Esaú é Yeshua, e o Reino de Edom é o Império Romano. Assim, o Rabino Moshê identifica a pessoa de quem o Rabino Ibn Ezra estava falando como sendo Yeshua. Yeshua é o bode expiatório que leva os pecados de Israel sobre si no dia da expiação. É interessante ver rabinos que identificam o bode expiatório como Yeshua e ainda não acreditam n’Ele. A razão pela qual esses rabinos são capazes disso é porque eles viviam sobre a impressão errada que cristianismo é para gentios e não para Judeus.
A política da igreja católica em relação ao povo judeu apenas reforçou essa ideia errada. Yeshua, (Jesus) veio em primeiro lugar para o povo de Israel. Os cristãos têm a responsabilidade de orar pelas boas novas para o povo judeu, se não por outra razão, pelo fato de que eles receberam as boas novas dos judeus.
Qual é a aplicação disso tudo para os seguidores de Yeshua o Messias?
“Consciência de pecado” é talvez o tema mais pregado nos púlpitos das igrejas ocidentais. Arrependimento é certamente o maior princípio de todas as religiões bíblicas. Os cristãos freqüentemente pensam que são proprietários de confissões e arrependimentos, por fé e graça.
A verdade é que tanto no judaísmo quanto no islamismo, há sustentação de uma forte crença para o arrependimento. Há coisas que podemos aprender do judaísmo nos 10 dias de arrependimento.
1- Estabelecer um tempo para meditar acerca de seu “status” com Deus, sua necessidade de arrependimento e deixar que este tempo seja oportuno para se fazer um esforço concentrado.
2- Durante esse tempo separado para arrependimento, você deve levantar-se bem cedo e começar seus dias com uma confissão de pecados.
3- Há itens que exigem um arrependimento coletivo e, conseqüentemente, devem envolver toda comunidade no processo de arrependimento.
4- Embora o arrependimento seja de responsabilidade individual, é importante que as pessoas façam isto juntas, estabelecendo um tempo especial para isso.
Há algumas pessoas que desprezam essa idéia e dizem que devemos nos arrepender diariamente e instantaneamente quando nos surpreendemos em pecado. Mas, a verdade é que há muitos pecados que cometemos inadvertidamente e, sem ter consciência deles. Nós precisamos gastar tempo em nos concentrar como a comunidade judaica faz nos dez dias de arrependimento.
YomKippur
Para o povo Judeu que não acredita em Yeshua, o processo de arrependimento é complicado pelo fato de que há muitos textos bíblicos que são lidos os cultos do dia da expiação que mencionam a necessidade de sangue e sacrifício para a perdão de pecados. Aqueles que acreditam em Yeshua, o Messias, sabem que o sangue de bodes e touros não mais corre no altar para expiar os pecados de Israel, mas o sangue derramado por Yeshua por nossas transgressões está ainda disponível para expiar e perdoar e redimir os judeus de seus pecados. Minha oração neste ano é que durante estes dez dias de arrependimento o Senhor revelará ao Seu povo amado já proveu o cordeiro para expiação dos pecados. Por outro lado, minha oração é também para que o mundo cristão gaste tempo e avalie seus erros e pecados coletivos e individuais cometidos, e gaste mais tempo ainda re-aplicando o sangue de Yeshua que está ainda fresco e não seco, capaz de perdoar os pecados da humanidade.

As Festas do Senhor
As Festas do Senhor são as festas ordenadas por Deus ao Seu povo, conforme está no livro de Levíticos. Em Colossenses 2:17, referindo-se a essas festas, o apóstolo Paulo nos ensina que elas eram sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo. Como se tratava de uma sombra de algo que seria concretizado no futuro, a presença de Cristo é evidente em cada uma delas. Através das festas, Deus tratava de ensinar ao Seu povo a identificar o Seu plano de redenção que seria executado através de Seu Filho, Jesus Cristo. Nós preferimos celebrar Jesus e o que Ele fez por nós, obedecendo o calendário bíblico, a nos comprometer com as festas pagãs sincretizadas com a idolatria que tanto dano tem feito ao Corpo de Cristo.
Vejamos essas Festas e como identificamos a pessoa de Jesus Cristo em cada uma delas:
Na Festa da Páscoa - Jesus é o Cordeiro Pascal (1 dia).
Na Páscoa dos hebreus o povo celebrava a saída do Egito, da terra da escravidão. O sangue de um cordeiro devia ser passado nos umbrais de suas portas para identificar aqueles que tinham a promessa de Deus feita a Abraão. Aquele sangue impediria que o anjo da morte executasse sua tarefa naquela casa que era matar o primogênito.
E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo (Ex 12:14).
Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família (Ex 12:3). Paulo identificou a pessoa de Jesus Cristo naquele cordeiro e cujo sangue nos purifica de todo o pecado. É o sangue da nova aliança. O sangue de nossa redenção. O sangue que foi oferecido como pagamento de nossa libertação da escravidão do pecado.
I Co 5:7 - Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.
João 1:29 - No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
João 1:36 - E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus.
Esta festa tem a duração de apenas um dia, pois num só dia Jesus consumou sua obra redentora na cruz do calvário, derramando o Seu sangue, trazendo a nossa redenção.
Na Festa dos Pães Ázimos – Jesus nos oferece uma nova vida (uma semana)
Esta festa deve ser celebrada por toda uma semana e imediatamente após a Páscoa.
“Guardai pois a festa dos pães ázimos, porque naquele mesmo dia tirei vossos exércitos da terra do Egito; pelo que guardareis a este dia nas vossas gerações por estatuto perpétuo” (Ex 12:17). “E aos quinze dias deste mês é a festa dos pães ázimos do Senhor; sete dias comereis pães ázimos” (Lv 23.6). Sete dias, uma semana completa, significa uma vida toda. Uma semana significa uma existência completa. Jesus nos oferece a possibilidade de vivermos toda a nossa vida livres da maldição do pecado.
“De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida” (Rm 6:4). “Limpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós” (Co 5:7).
Na Festa das Primícias – Cristo foi feito as Primícias dos que dormem
Esta festa devia ser celebrada ao seguinte dia do sábado, ou seja, no domingo (Lv 23:11)
“Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando houverdes entrado na terra, que vos hei de dar, e fizerdes a sua colheita, então trareis um molho das primícias da vossa sega ao sacerdote. Ele moverá o molho perante o Senhor, para que sejais aceitos; no dia seguinte ao sábado, o sacerdote o moverá” (Lv 23:10-11)
Esta festa está relacionada com a colheita dos primeiros frutos. Como se trata de uma “sombra” do que viria acontecer através de Jesus, o Senhor espera que aqueles que morreram com Cristo na Páscoa, vivem uma vida sem pecado, ou seja, vivam a Festa dos Pães Ázimos e possam começar a produzir o fruto do Espírito imediatamente. Este é o primeiro significado dessa festa. O segundo aponta para o Senhor Jesus que foi feito primícias dos que dormem. Ele foi o primeiro a ressuscitar dentre os mortos; dando-nos a esperança gloriosa de ressuscitarmos juntamente com Ele. “Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem” (I Co 15:20).
“Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda” (I Co 15:23) Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. (Jo 11:25).
Estas três primeiras festas no calendário bíblico acontecem simultaneamente e estão relacionadas com a primeira vinda de Jesus à Terra. Elas marcam a obra redentora de nosso Senhor Jesus Cristo já realizada.
Na Festa de Pentecostes – Jesus capacita sua Igreja para a colheita
Esta Festa é também chamada de Festa das Semanas ou Festa da Colheita. Ao cumprir o Dia de Pentecostes, Jesus envia o Espírito Santo para revestir sua Igreja de poder do alto para que ela seja testemunha do seu evangelho tanto em Jerusalém, como na Judeia, Samaria e até aos confins da terra.
“Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa” (Jo 4:35).
“E dizia-lhes: Grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros para a sua seara” (Lc 10:2).
“E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24:49).
“E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. 3 E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais repousaram sobre cada um deles” (At 2.1).
Esta festa acontece cinquenta dias após a Festa das Primícias e marca a inauguração da era da Igreja. Nesse dia Pedro deu início a obra de evangelização dos povos, alcançando quase três mil almas, numa só cruzada evangelhística, que é o trabalho que Jesus deixou para que os seus discípulos realizem até que Ele retorne.
Na Festa das Trombetas – Jesus anuncia a Sua volta
Esta festa aponta para o futuro, para a volta do Senhor, o Arrebatamento da Igreja e consequentemente o encerramento dos trabalhos da Igreja aqui na Terra.
“Fala aos filhos de Israel, dizendo: No sétimo mês, ao primeiro do mês, tereis descanso, memorial com sonido de trombetas, santa convocação” (Lv 23:24).
“Tocai a trombeta em Sião, e clamai em voz alta no meu santo monte; tremam todos os moradores da terra, porque o dia do Senhor vem, já está perto” (Joel 2:1).
“Tocai a trombeta em Sião, santificai um jejum, convocai uma assembleia solene” (Joel 2:15). Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem” (1Te 4:15).
“Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (1Te 4:17).
Na Festa da Expiação ou o “Dia do Perdão” – Jesus nos chama ao arrependimento e nos oferece a purificação de nossos pecados pelo seu próprio sangue
Jesus pagou o preço da nossa redenção, contudo nos ensina que para seguí-lo temos que tomar nossa cruz, renunciarmos a nós mesmos (sacrifício vivo).
“Mas aos dez dias desse sétimo mês será o dia da expiação; tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; e ofereceis oferta queimada ao Senhor. E naquele mesmo dia nenhum trabalho fareis, porque é o dia expiação, para fazer expiação por vós perante o Senhor vosso Deus. Porque toda a alma, que naquele mesmo dia se não afligir, será extirpada do seu povo” (Lv 23: 27-29).
“E chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia sua cruz, e siga-me” (Mc 8:34).
“E dizia a todos: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia sua cruz, e siga-me” (Lc 9:23).
“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm 12:1). O Dia do Perdão é observado dez dias antes da Festa de Tabernáculos. É uma chamada final para o povo de Deus se voltar para Ele antes que seja tarde demais.
Na Festa de Tabernáculos – Jesus tabernaculando com sua Igreja (uma semana)
Esta Festa aponta para o reinado milenar de Jesus. É a mais importante Festa profética para a Igreja. Assim como a Festa dos Pães Ázimos, esta festa dura toda uma semana, que significa um período de tempo completo – um período milenar. O governo do Messias sobre as nações da Terra.
“E no primeiro dia tomareis para vós ramos de formosas árvores, ramos de palmeiras, ramos de árvores frondosas, e salgueiros de ribeiras, e vos alegrareis perante o Senhor vosso Deus por sete dias. E celebrareis esta festa ao Senhor por sete dias cada ano; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações; no mês sétimo a celebrareis. Sete dias habitareis em tendas; todos os naturais em Israel habitarão em tendas; para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o Senhor vosso Deus” (Lv 23:40-43).
No tempo em que os filhos de Abraão habitaram em tendas no deserto, eles o fizeram porque estavam numa viagem para a Terra Prometida. Não construíram edificações permanentes porque o coração do povo estava em Canaã. As tendas podiam ser montadas e desmontadas com grande facilidade. Durante todos aqueles quarenta anos o Senhor estava com eles, numa nuvem durante o dia e numa coluna de fogo durante a noite. Assim, nós a Igreja, a noiva do Cordeiro, devemos ter nossa vida como uma tenda que pode ser desmontada aqui na terra a qualquer momento e remontada no céu. Devemos ter o nosso coração voltado somente para o Noivo e aguardar ansiosamente por sua volta. Do mesmo modo que o Senhor não abandonou o Seu povo no deserto, assim também o Senhor Jesus não nos abandona nem um só dia neste tempo de espera. “...e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” (Mt 28:20).
“Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus” (Ap 22:20).
Nos Sábados (Shabat) – Jesus é o Senhor do Sábado
O Sábado é o último dia da semana. É o dia escolhido por Deus para o homem descansar. Depois de uma semana que significa uma existência completa, uma vida, Deus preparou o descanso para os Seus filhos. “E ele disse-lhes: Isto é o que o Senhor tem dito: Amanhã é repouso, o santo sábado do Senhor; o que quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobejar, guardai para vós até amanhã” (Ex 16:23). Em três evangelhos Jesus se apresenta como o Senhor do sábado:
Mt 12:8 - Porque o Filho do homem até do sábado é Senhor. Mr 2:28 - Assim o Filho do homem até do sábado é Senhor. Lc 6:5 - E dizia-lhes: O Filho do homem é Senhor até do sábado.
Como as demais festas, o sábado – dia de repouso, era uma “sombras” do que viria ser concretizado na pessoa de Jesus. Como ele é o Senhor do sábado, só podemos encontrar descanso para nossas almas em sua pessoa. Como Ele mesmo disse em Mt 11:29 -“Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas”.
Por esta razão celebramos o “Shabat” todas as semanas para não nos esquecermos que em Jesus encontramos a paz e o descanso que necessitamos.
É necessário que ela cresça e eu diminua João 3:30

sábado, 13 de agosto de 2016

O DESAFIO DE SER UM JOVEM CRISTÃO NA MODERNIDADE

Ser um jovem cristão na modernidade não é nada fácil. Basta você defender valores como castidade, a família tradicional e a vida – desde a sua concepção – para ser insultado e ridicularizado pelo mundo moderno.


Talvez muitos de nós jovens já tenhamos vivido na pele algum tipo de preconceito por ser cristão e, sobretudo, por ser católico. Na faculdade, os professores aproveitam para falar mal do Papa, acusam a Igreja de inquisitora, retrógrada, medieval, homofóbica… e por aí vai. Carregar um crucifixo no peito, andar com um terço ou Bíblia na mão pode lhe custar o título de fundamentalista.

Certo dia, um jovem testemunhou que apresentou um excelente trabalho na faculdade e recebeu honrarias de todos na mesa pelo feito acadêmico. Mas, no final, quando agradeceu a Deus e à Igreja pela inspiração de tal trabalho, sentiu um silêncio ensurdecedor no auditório e um clima de condenação tomou logo conta do espaço.

É verdade! Para ser um verdadeiro cristão, hoje em dia, é preciso muita coragem. Não existe mais nenhum status social para quem quer ser fiel a Cristo. Para nós jovens, falar de castidade, de matrimônio, de família tradicional pode lhe custar o isolamento e a ridicularização.

Não raro, encontramos jovens, de dentro da Igreja, que temem a ridicularização do mundo. Preferem as horarias dos colegas de baladas ao martírio da fidelidade a Cristo e a Igreja. Dizem-se jovens católicos, cristãos, acham supernormal a relação homoafetiva (“o que importa é o amor”, dizem), assistem aos Big Brothers (BBB) da vida, e pouco se importam com o que diz a Igreja sobre tais temas.

Como ser um autêntico jovem cristãos?

“O jovem, hoje, não pode mais viver sozinho, senão o mundo o egole”, diz Felipe Aquino, professor a apresentador da TV Canção Nova.

Para professor Felipe, hoje nós vivemos num mar de iniquidades, no qual o pecado ronda o jovem por todos os lados. No entanto, existem “ilhas de piedade” e são nelas que eles precisam se agarrar.

“O jovem de hoje precisa estar ligado a estas ‘ilhas de piedade’ que são os movimentos, as novas comunidades, as pastorais. Ele precisa, por questão de sobrevivência, conhecer o Catecismo da Igreja Católica, a história da Igreja e estar junto com outros jovens, porque uma única árvore é facilmente derrubada pelo vento, mas uma floresta não”, conclui o professor.

Para padre Carlo Pioppi, professor da Faculdade Santa Cruz de Roma, “ser um jovem cristão, hoje em dia, é difícil, porque Cristo nos liberta de uma série de condicionamentos. O Cristianismo não pode mais ser olhado como uma religião que nos coloca uma série de obrigações, mas sim como uma religião que nos aponta a liberdade”.

Exemplos de Jovens Cristão a serem seguidos:

José do Egito;
São José;
Davi;
Estevão – O primeiro mártir da Igreja
O primeiro mártir não foi um ancião,
O primeiro mártir não foi um profeta,
O primeiro mártir não foi um líder velho,
O primeiro mártir foi um jovem!

(Paulo profeta diz para Timóteo: – Timóteo foge dos desejos da sua mocidade
Não seja um jovem comum, não tenha a postura, o padrão cultural e social desta juventude)

Sobre estes anúncios

É necessário que ela cresça e eu diminua João 3:30

quinta-feira, 23 de junho de 2016

A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal

A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um." Colossenses 4:6

Aqui aprendemos que é preciso articular bem as palavras, usar o vocabulário correto, o tom de voz adequado, para saber falar a cada tipo de pessoa. É importante sempre ter uma atitude positiva e ter uma conversa agradável. Sal em excesso fica salgado, e pouco sal também não é bom, por isso devemos ter equilibrio e moderação.

Oração: Pai querido, eu quero mesmo melhorar a minha comunicação, ser mais transparente, mais honesto, e pensar nas palavras corretas para falar às pessoas. Perdoa pelas vezes que posso ter magoado alguém, usando palavras ásperas, e também pelas vezes que posso ter roubado os sonhos de alguém, usando palavras negativas e de desânimo. Eu oro em nome de Jesus. Amém.
É necessário que ela cresça e eu diminua João 3:30

terça-feira, 21 de junho de 2016

O espírito do Senhor DEUS está sobre mim

Jesus leu esta passagem numa sinagoga em Nazaré para descrever seu ministério (Lucas 4:17-21). Ele veio para pregar as boas novas, para curar, trazer libertação, para proclamar graça, e para oferecer conforto. Por isso não rejeite o amor de Jesus, renda-se diante do Pai, o Senhor se agrada quando nos apresentamos com nosso coração quebrantado, Ele quer nos dar a salvação, e fazer com que tenhamos uma vida plena e abundante.

Oração: Senhor Deus e Pai querido, obrigado porque o Senhor nos deu Jesus, Seu único filho, para que morresse em nosso lugar, levando consigo todo pecado, e por isso hoje tenho livre acesso a ti, posso ser salvo e posso morar na eternidade, se apenas eu crer em Jesus e confessá-lo como Senhor e Salvador. Peço que o Senhor perdoe meus pecados, que me traga liberdade, e restaure meu coração assim como diz a Sua palavra. Amém. "O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos." Isaías 61:1
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sábado, 4 de junho de 2016

Esta bem-aventurança vem do irmão de Jesus.

Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam." Tiago 1:12

Esta bem-aventurança vem do irmão de Jesus. Ele a havia experimentado! Tiago sabia que valia à pena ficar firme e perseverar quando era atacado. Ele afirmou que Deus nos ama e que Ele fez promessas incríveis referentes ao que nos espera no futuro. Ele sabia que nosso período de provação logo se tornaria um período de grandes bênçãos
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sexta-feira, 6 de maio de 2016

O Que São #Hashtags E Como Usá-las Corretamente

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Antigamente, o símbolo # (também chamado por nós de “jogo-da-velha”) era usado apenas em algumas situações especiais, como nas artes gráficas. Mas então veio oTwitter e transformou este símbolo mundano em uma sensação online. Hoje, se você está no Twitter, InstagramPinterestGoogle+YouTube ou Facebook, você simplesmente não tem como evitar a presença das #hashtags.
Para o iniciante nas redes sociais, as hashtags podem ser algo confuso e inútil à primeira vista. Mas se você entender o seu propósito e aprender a usá-las, as hashtags são uma ferramenta poderosa para ajudá-lo a envolver o seu público-alvo e aumentar o reconhecimento da sua marca.
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O Que É Uma # Hashtag?

O hashtag é uma palavra-chave precedida pelo símbolo #, que as pessoas incluem em suas mensagens. Essencialmente, ela faz com que o conteúdo do seu post seja acessível a todas as pessoas com interesses semelhantes, mesmo que eles não sejam seus seguidores ou fãs. Por exemplo, digamos que você seja um fã da Apple e que você esteja pensando em comprar um iPhone 5. Ao pesquisar por “#iPhone5” em qualquer rede social irá mostrar os posts e fotos de todos os usuários que usaram “#iPhone5” em suas mensagens. As hashtags aparecem como links clicáveis quando usadas em mensagens, bastando clicar sobre elas para ver todos os resultados relevantes.

Como As Hashtags Ajudam A Promover Meu Negócio?

Assumindo que o seu perfil nas redes sociais seja público, usar hashtags faz com que as suas mensagens sejam visíveis para qualquer um que compartilhe o seu interesse. Isso faz com que os seus posts não fiquem mais limitados à apenas seus seguidores – o seu conteúdo será acessível a todos os interessados. Escolher a hashtag certa irá ampliar enormemente o alcance das suas mensagens para milhares de potenciais seguidores, fãs ou clientes.
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Criando Uma Hashtag Eficaz

Para criar uma hashtag, tudo o que você precisa fazer é juntar um # e uma palavra-chave relevante. Você pode inserir hashtags em qualquer lugar em suas mensagens: frente, meio ou fim. Algumas pessoas gostam de colocar as suas hashtags no meio dos posts, enquanto outros preferem inseri-las no final – o resultado é o mesmo, desde que suas hashtags sejam relevante.
As hashtags são poderosas, quando usadas sabiamente. Nada afasta as pessoas mais do que um post confuso com e com hashtags em excesso ou muito longas, como #VejaSóOQueEuTomeiDeCaféDaManhã. Como regra geral, no Twitter não se usa mais do que uma ou duas, mas no Instagram dá pra usar 4 ou 5 hashtags sem problemas.
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As Hashtags São Todas Iguais?

No formato sim, mas elas variam de acordo com o conteúdo e o seu uso. Costuma-se dividir as hashtags em 3 tipos básicos:
  • Hashtags de Conteúdo: Se você é totalmente novo no mundo das hashtags, em primeiro lugar considere usar hashtags que se relacionam diretamente com a sua marca, produto ou serviço. Hashtags de conteúdo irão expor a sua marca para muitos clientes em potencial, que antes não eram familiarizados com a sua marca. Se você possui uma confecção de roupas, usar hashtags como #camisetas ou #moda irá expor o seu negócio para pessoas que ainda não o conhecem.
  • Trending Hashtags: Outra ótima maneira de aumentar a visibilidade da sua marca é usar as hashtags existentes e que estão na moda (isso é, que estão “trending”). Mas antes de usar uma dessas hashtags, tenha certeza de que a sua mensagens realmente está agregando valor à conversa existente. Se seu post não agrega valor, ele será ignorado e, até mesmo, poderá ser considerado spam. Se, contudo, o seu post é informativo, engraçado ou viral, ele será compartilhado por outros usuários e isso irá ampliar o alcance da sua marca.
  • Hashtags Originais: Às vezes, o problema com o uso de hashtags genéricas ou populares é que seus posts podem se perder no meio de centenas de mensagens que estão usando as mesmas hashtags. Por isso, é uma boa ideia criar suas próprias hashtags, específicas para o seu negócio ou sua marca. Elas poderão ser usadas em campanhas específicas (para uma promoção especial) ou então como forma de fortalecer as suas campanhas de marketing regulares (usadas em todos os seus canais sociais, sempre que relevante).
Então, o que você está esperando? Comece a aproveitar o poder das hashtags e amplie o seu alcance a milhões de seguidores e clientes em potencial!
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

O que penso sobre evangelização no Carnaval

Nos últimos anos tornou-se comum encontrarmos em algumas igrejas evangélicas blocos carnavalescos.

Com o intuito de pregar o evangelho durante o carnaval, evangélicos de denominações diferentes criaram blocos e até mesmo Escolas de Samba cujo objetivo final é pregar aos foliões. Segundo os sambistas de Jesus, essa é uma maneira de evangelizar os perdidos que se encontram absortos em iniquidade e que precisam desesperadamente de Cristo.

Antes de qualquer coisa preciso afirmar que concordo plenamente com o fato inequívoco de que os perdidos estão mergulhados em iniquidade e que carecem da graça do Senhor. Sem sombra de dúvidas isso é um ponto indiscutível. Verdadeiramente os homens estão destítuidos da glória de Deus, mortos em seus delitos e pecados e incapazes de buscarem ao Senhor. (Efésios 2:1-10)

Caro leitor, o que me preocupa efetivamente não é o desejo de evangelizar, nem tampouco a vontade de pregar as Boas Novas da Salvação Eterna aos que se perdem e sim a forma escolhida para o desenvolvimento dessa missão.

Isto posto, permita-me explicar porque sou contra a criação de blocos evangélicos carnavalescos:
1-) Acredito que a evangelização se dá de forma contínua e de modo relacional, isto é, todos nós, somos chamados a evangelizar os que se relacionam conosco através de palavras, testemunhos, durante o ano e não em eventos esporádicos.
2-) Porque nem toda contextualização é bíbllica. Quando a contextualização abre portas ao mudanismo, paganismo, e a ausência de santidade, ela precisa ser rechaçada.
3) A igreja foi chamada para pregar Cristo e o arrependimento de pecados e não um tipo de evangelho palatável cujo foco principal é a satisfação humana.
4-) Pela forte relação com o mundo e com os valores que nele existentes. Ora, por mais que digam ao contrário, os que saem as ruas para "evangelizar" em blocos carnavalescos relacionam-se com o mundo e a cultura de uma forma onde o foco principal não é a glória de Deus e sim o bem estar do homem. (Romanos 12:1-2)
5-) Por tomarem o nome de Deus em vão, fazendo do Senhor instrumento exclusivo de satisfação pessoal. Na minha perspectiva sair as ruas, sambando, rindo fere o mandamento bíblico de usar o nome do Senhor em vão.
6-) Porque ainda que se diga que o objetivo é a evangelização o que menos se vê é a pregação do Evangelho.
7-)Por dar ocasião a carne e ao "velho homem." despertando em muitos o antigo prazer pelo pecado.
Se não bastasse isso pergunto:

Será que se a Igreja pregasse e vivesse o evangelho durante o ano não haveriam mais conversões do que comumente temos? Ora, vamos combinar uma coisa? Evangelizar é muito mais do que cantar, sambar, pular. Evangelizar está para além de eventos, programas ou atividades distintas. Evangelizar é compartilhar aquilo que o Senhor fez pelo pecador na cruz do calvário, é confrontar o homem em seus delitos e pecados, chamando-o ao arrependimento, é proclamar Cristo como Senhor e Salvador, confrontando o pecador com a dura, porém maravilhosa mensagem da Cruz.

Bem sei que alguns me xingarão de "fundamentalista estupido", de fariseu da modernidade e outras coisas mais, todavia, ao contrário de alguns não posso considerar as loucuras do chamado movimento gospel como normais.

Definitivamente o Brasil precisa de um avivamento!
Definitivamente o Brasil precisa regressar as Escrituras.
Definitivamente precisamos chorar e clamar a Deus por Deus por mudança no evangelicalismo brasileiro.

"E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha" (Efésios 5.11-12).

É o que penso, é o que digo!
Igreja Batista Ebenezer de Cristais

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

A fé não vivida diariamente não é fé

Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos." Tiago 1:22

Pensamento: O que sabemos e o que acreditamos não significam muita coisa se não afetam como vivemos no nosso cotidiano. Puro e simples, a fé não vivida diariamente não é fé; é uma fachada. Assim como Jesus nos disse que devemos praticar o que aprendemos dEle, seu irmão Tiago nos lembra a mesma coisa: quando aprendemos a verdade da palavra de Deus, só resta uma coisa para fazer: praticá-la!

Oração: Santo Deus, ajude-me a pôr em prática o que eu sei que é a Sua vontade e a Sua verdade hoje. No nome do Senhor Jesus eu oro. Amém.

Igreja Batista Ebenezer de Cristais

sábado, 16 de janeiro de 2016

Aspectos da liberdade expressão e de pensamento

A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 foi um marco em diversos aspectos para o Brasil que viveu anos da avassaladora ditadura militar, principalmente no que diz respeito a liberdade de expressão e de pensamento.

Diante disto, salienta-se que a liberdade é uma conquista que veio alargar a evolução da humanidade, por óbvio, quando utilizada de forma benéfica e por pessoas de boa-fé.

Na Constituição Brasileira de 1988, a liberdade ficou instituída dentro do rol dos direitos fundamentais, como direito inviolável, de eficácia plena e aplicabilidade imediata.

Dentre os vários juristas que já definiram liberdade, a definição proposta por José Afonso da Silva se faz equilibrada e condizente com uma realidade plausível: “Liberdade consiste na possibilidade de coordenação consciente dos meios necessários à realização da felicidade pessoal”[1]. Neste ínterim, a ideia de liberdade se perfaz de maneira que o homem é detentor de direitos e deveres pelos quais devem agregar-se a sua vida cotidiana. Sob este prisma, a liberdade está também relacionada ao bem estar de todos, de maneira coletiva e não somente individual, vindo a cumprir o determinado na Constituição da República em seu artigo 5.º, I, II:

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

I – homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;

II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. (grifou-se)

Assim, a liberdade consiste principalmente em realizar ações que não prejudiquem o próximo (outrem), mas respeitando-o como sujeito de direito igual a você, sendo tal entendimento um dos ensinamentos apresentados em um dos escritos mais antigos do mundo, a Bíblia:

“Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber,: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” [2].

“Por isso deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros.”[3]

“Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis.”[4]

“Portanto cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação.”[5]

Dos versículos acima se depreende que o ordenamento descrito na Bíblia tem como princípio o respeito ao próximo e a palavra da verdade.

Saliente-se que na liberdade não deve haver opressão, nem supressão de meios pelos quais o ser humano possa desenvolver-se, principalmente intelectualmente. É cediço que o conhecimento e a educação abrem novos horizontes, com a possibilidade da liberdade de expressão e manifestação do pensamento. Há diversos registros na história de nações que não permitiam que seu povo tivesse acesso ao conhecimento. Há registros, em alguns povos, que a prerrogativa de deter o conhecimento cabia tão somente aos mais abastados da sociedade.

Um bom exemplo pela luta da liberdade, através busca pela garantia dos direitos civis, foi a apresentada no discurso (I have a dream – Eu tenho um sonho) de Martin Luther King Junior que proclamou nos Estados Unidos da América o sonho de liberdade para transformação do seu país. Martin Luther King Junior declarou a defesa da liberdade e igualdade dos negros e seu discurso ficou na história, quebrou paradigmas e causou mudanças extremamente necessárias àquele país. Em meio a ausência da liberdade ele buscou o direito de se expressar e manifestar por algo efetivamente nobre.

Neste sentido, convém destacar que não há liberdade em meio à segregação, não há liberdade sem possibilidade de desenvolvimento e direito à educação, nem garantia de direitos civis, pois a ignorância não liberta mais prende, mediocriza e escraviza. Enfatize-se que Deus em sua palavra, a Bíblia, declarou a importância do povo em ter conhecimento das verdades, inclusive relatando que o conhecimento liberta:

“O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento […]”.[6]

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”[7]

Ressalte-se ainda que “[…] na medida em que se desenvolve o conhecimento, se fornecerem informações ao povo, mais se amplia a sua liberdade como abrir maiores possibilidades de coordenação de meios necessários à expansão da personalidade de cada um”[8].

A liberdade se apresenta sob os mais variados enfoques: direito de ir e vir (liberdade de locomoção e circulação), direito de livre escolha e exercício de trabalho, liberdade econômica, de ensino etc. Todavia, no presente texto, explicitar-se-á algumas formas de liberdade de pensamento dentre elas a de opinião, manifestação, religião, informação e comunicação.

Cabe que enfatizar que vários documentos internacionais estabelecem o direito a liberdade de expressão, em razão da importância da liberdade como direto humano em respeito a dignidade, tais como: a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 da Organização das Nações Unidas – ONU, em seu artigo XIX, e a Convenção Americana de Direitos Humanos – Pacto São de José da Costa Rica, em seu artigo 13:

Artigo XIX. Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras. [9]

Artigo 13. Liberdade de Pensamento e de Expressão

1. Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento e de expressão. Esse direito compreende a liberdade de buscar, receber e difundir informações e ideias de toda natureza, sem consideração de fronteiras, verbalmente ou por escrito, ou em forma impressa ou artística, ou por qualquer outro processo de sua escolha.

2. O exercício do direito previsto no inciso procedente não pode estar sujeito a censura prévia, mas a responsabilidades ulteriores, que devem ser expressamente fixadas pela lei a ser necessárias para assegurar:

a) o respeito aos direitos ou à reputação das demais pessoas; ou

b) a proteção da segurança nacional, da ordem pública, ou da saúde ou da moral públicas.

3. Não se pode restringir o direito de expressão por vias ou meios indiretos, tais como o abuso de controles oficiais ou particulares de papel de imprensa, de frequências radioelétricas ou de equipamentos e aparelhos usados na difusão de informação, nem por quaisquer outros meios destinados a obstar a comunicação e a circulação de idéias e opiniões.

4. A lei pode submeter os espetáculos públicos a censura prévia, com o objetivo exclusivo de regular o acesso a eles, para proteção moral da infância e da adolescência, sem prejuízo do disposto do inciso 2.

5. A lei deve proibir toda propaganda a favor da guerra, bem como toda apologia ao ódio nacional, racial ou religioso que constitua incitação à discriminação, à hostilidade, ao crime ou à violência[10].

Primeiramente cumpre esclarecer o que seria a liberdade de pensamento que consiste no direito de exteriorização, por qualquer forma, de reflexões acerca de arte, ciência, religião etc. Deste modo, “trata-se de liberdade de conteúdo intelectual e supõe o contato do indivíduo com seus semelhantes”[11]. Enfatize-se que a manifestação do pensamento até que o humano não o declare exteriormente não repercute no meio social.

Entretanto, a partir do momento que os pensamentos são trazidos para fora, de forma pública, há de se falar, a partir daí, em liberdade de opinião que consiste na “[…] liberdade de pensar e dizer o que se crê verdadeiro”[12]. A Constituição da República do Brasil abrange ambas as liberdades, consoante determina o artigo 5.º, incisos VI e VIII.

Do artigo 5º, VI da Carta Magna, se depreende que é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado ao cidadão o livre exercício dos cultos religiosos, na forma da lei, bem como a proteção aos locais de culto e as suas liturgias.

Já no artigo 5º, inciso VIII da Constituição Federal é assegurado que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou mesmo por de convicção filosófica ou política, exceto diante de invocação para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e ainda recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei.

Ainda dentro do contexto de liberdade de opinião, esta se exprime pelo uso da liberdade de religião, comunicação, manifestação intelectual, informação, dentre outras, porém, tão somente se aterá a explanação das supracitadas.

No que tange a liberdade religiosa, esta é garantida pela Constituição da República nos incisos VI e VIII do artigo 5.º, pormenorizados anteriormente, e, sua exteriorização consiste em uma das formas de manifestação do pensamento. A liberdade religiosa compõe-se em liberdade de crença, liberdade de culto e liberdade de organização religiosa[13].

Ainda sob este aspecto, a Declaração Universal dos Direitos Humanos em seu artigo XVIII estabelece que

Todo ser humano tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, em público ou em particular [14].

Da previsão acima, observa-se que a liberdade de pensamento, consciência e religião é direito de todo ser humano. Neste contexto ainda, o Pacto de São José da Costa Rica também preconiza o direito a liberdade de consciência e de religião:

Artigo 12 – Liberdade de Consciência e de Religião

1. Toda pessoa tem direito à liberdade de consciência e de religião. Esse direito implica a liberdade de conservar sua religião ou suas crenças, ou de mudar de religião ou de crenças, bem como a liberdade de professar e divulgar sua religião ou suas crenças, individual ou coletivamente, tanto em público como em privado.

2. Ninguém pode ser submetido a medidas restritivas que possam limitar sua liberdade de conservar sua religião ou suas crenças, ou de mudar de religião ou de crenças.

3. A liberdade de manifestar a própria religião e as próprias crenças está sujeita apenas às limitações previstas em lei e que se façam necessárias para proteger a segurança, a ordem, a saúde ou a moral públicas ou os direitos e as liberdades das demais pessoas.

4. Os pais e, quando for o caso, os tutores, têm direito a que seus filhos e pupilos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.[15]

Destaca-se que o referido Documento enfatiza que somente se houver violação ao interesse público, no que tange a proteção a segurança, a ordem, a saúde ou a moral e as liberdades das demais pessoas, haveria restrição quanto a este tipo de manifestação. Deste modo, a liberdade religiosa de expressão e consciência é direito de todos.

A liberdade de comunicação, por sua vez, constitui-se por um “conjunto de direitos, formas, processos e veículos, que possibilitam a coordenação desembaraçada da criação, expressão e difusão do pensamento e da informação”[16], segundo estabelece o artigo 5.º da Constituição da República em seus incisos IV, V, IX, XIV:

IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

V – é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;

IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

XIV – é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional; (grifou-se)

A liberdade de manifestação do pensamento pode ser estabelecida pelo direito de guardá-lo em segredo (não manifestação), ou de exteriorizá-lo e está prevista na Constituição Brasileira no artigo 5.º, IV (supracitado), bem como no artigo 220:

Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.

§ 1º – Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV.

§ 2º – É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística. (grifou-se)

A liberdade manifestação do pensamento exteriorizado não deve sofrer qualquer restrição, todavia incube ao manifestante identificar-se a fim de assumir a autoria do pensamento manifestado, para que, em situações inesperadas que possam repercutir, este venha a responder por danos a outrem (terceiros), devido a isto, a Constituição veda o anonimato. Esta previsão está contida no inciso V do artigo 5.º da Constituição da República, para que haja direito de resposta da outra parte, em razão da aplicabilidade do direito de privacidade, previsto no artigo 5.º, X da Constituição da República [17]. Tal litígio ocorre de forma usual atualmente no exercício de liberdade de informação e comunicação.

A liberdade de informação consiste na manifestação do pensamento por palavra, ou mesmo por escrito através de qualquer meio de difusão, resume-se na liberdade de informar e ser informado[18]. Neste aspecto, consiste esclarecer que tal liberdade “designa o conjunto de condições e modalidades de difusão para o público (ou colocada a disposição do público) sob formas apropriadas, de notícias, ou elementos de conhecimento, ideias ou opiniões”.[19] A partir disto, saliente-se a importância destas comunicações, evidentemente as verdadeiras e de cunho realista, para que sociedade progrida, visto que informados possam exercer com consciência as suas liberdades públicas.

No entanto, deve haver ponderação, pois, cada um deve se responsabilizar por seus atos, com a finalidade evitar o cometimento de abusos, uma vez que a veracidade da notícia apresentada é substancial. Englobando, deste modo, a deontologia do meio de comunicação e/ ou profissional que a propaga. Sendo assim, tal disposição está consoante com o descrito na liberdade de manifestação de pensamento, uma vez que a Constituinte de 1988 garante a difusão de informação, por qualquer meio, sem censura.

Diante de todo o exposto, observa-se que a liberdade e todas as suas facetas se perfaz em um direito inviolável e de extrema relevância para a humanidade. Muito embora, em diversos países, esta palavra ‘não existe’, visto que a liberdade é restringida por determinações de governos opressores. Todavia, no Brasil, a Constituição da República de 1988 quebrou os paradigmas existentes no passado. A Carta Magna brasileira é belíssima, muito embora a realidade brasileira seja outra, pois, muitos direitos ali descritos parecem existir somente na letra da lei. Contudo, não se pode esquecer que estes direitos continuam ali, em plena vigência, esperando serem evidentemente colocados em prática, visto que pertencem a cada cidadão desta nação.

Por derradeiro, sob este ponto de vista, a liberdade de informação e expressão faz-se como meio de formação de opinião pública indispensável, consistente em preceitos de verdade, tendo como foco a busca de uma sociedade justa, ética, livre, igual e democrática.
Igreja Batista Ebenezer de Cristais

REFERÊNCIAS
BÍBLIABíblia Online. Disponível em: http://www.bibliaonline.com.br/
BÍBLIA de Estudo Genebra. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil,1999.
BÍBLIA de Estudo Louvor e Adoração Nova Versão InternacionalSão Caetano do Sul-SP: SR Gráfica e Editora, 2007.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm.
CONVENÇÃO Americana de Direitos Humanos. Pacto de São José da Costa Rica. Disponível em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1990-1994/anexo/and678-92.pdf
FARIAS, Edison. Democracia, censura e liberdade de expressão e informação na Constituição Federal de 1988. Disponível em: http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=2195
SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. 28.ª Ed. Revista e Atualizada. São Paulo: Editora Malheiros, 2007.
STF. Supremo Tribunal Federal. Disponível em: http://www.stf.jus.br.
ONU. Declaração   Universal dos Direitos Humanos. Disponível em:http://unicrio.org.br/img/DeclU_D_HumanosVersoInternet.pdf.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Quando estamos numa luta difícil, a graça do Senhor nos alcança

O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas. Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome." Salmos 23:1-3

Verdes pastos, águas tranqüilas, refrigério para a alma, como isso soa bem, como Deus é bom. Quando chegamos ao ponto que não conseguimos continuar, o poder sobrenatural de Deus nos dá a força necessária para prosseguir. Quando estamos numa luta difícil, a graça do Senhor nos alcança e nos sustenta para continuarmos em direção à vitória.



Igreja Batista Ebenezer de Cristais

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Nossa luta não é contra a carne e o sangue. Efésios 6:12

Carta aos Efésios, capítulo 6, do versículo 10 ao 20, diz:
" 10. No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder.
11. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.
12. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.
13. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.
14. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça;
15. E calçados os pés na preparação do evangelho da paz;
16. Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno.
17. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;
18. Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos,
19. E por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho,
20. Pelo qual sou embaixador em cadeias; para que possa falar dele livremente, como me convém falar. "

Texto 2: Outra versão da Palavra de Deus em Efésios 6:12, diz:
" Porque não temos a lutar contra a carne e sangue, senão contra os principados, contra as potestades, contra os poderosos do mundo, das trevas deste século, contra as milícias espirituais nos ares. "

O texto 2 acima se mostra mais coerente pois não repete o mesmo significado de principado e príncipes.

1. A doutrina das frases de efeito do meio evangélico.
No meio chamado evangélico, com o advento dos líderes poderosos, homens-ídolos, igreja de marketing, igreja das negociatas, igreja do mercado cristão, igreja politiqueira, foi surgindo progressivamente uma característica comum deles e do seu povo seguidor: As poderosas frases de efeito.

As frases de efeito, usadas pelos chamados de evangélicos, tiradas da Palavra de Deus, foram ajustadas como palavras de ordem para:
a. Controlar, dominar e alienar a multidão de ouvintes, da mesma forma das frases usadas por artistas e políticos para embriagar a multidão idólatra e cega, mercenária e útil e,
b. Como respostas prontas, com a aparência de sabedoria divina, para não precisar explicar o que diz, e encerrar o assunto;
c. Favorecer, trabalhando para fortalecer Satanás, que age através dos espíritos enganadores, principados e potestades no meio do povo e, assim, quanto mais frase de efeito e menos entendimento da Palavra de Deus com discernimento dos espíritos, mais fácil manipular os escravos espirituais.

Tendo em vista que as frases de efeito são uma estratégia de Satanás para edificar seu trono de domínio e manipulação, usando a Palavra de Deus, fui impulsionado para escrever sobre o assunto e, em parte, apresentei as expressões mais comuns, do tipo: "Não toque no ungido", "Só Deus pode julgar", "Não fale mal do irmão", "Eu profetizo", "Deus sabe do meu coração", "Quem você pensa que é?" e outras, que podem ser encontradas em capítulo próprio "I. A poderosa doutrina evangélica das frases de efeito." contida no Livro Online "IDOLATRIA EVANGÉLICA - DÍZIMOS E OFERTAS" - clique para acessar.

Conforme a situação, uma frase de efeito é usada em conjunto com outra(s) frase(s) de efeito.

Não entrarei nos pormenores das frases de efeito acima mas deixarei a confirmação neste breve estudo de que, Efésios 6:12, é mais uma das sábias e astutas frases de efeito e, também, desmascarar o inimigo, mostrando a real dimensão dessa frase, que é ocultada pelos poderosos e idolatrados líderes do meio que se chama evangélico.

2. Sabedoria terrena e maligna.
Quando essa frase é usada, dá a sensação de que, quem está agindo ou envolvido em uma situação de argumentação, para quem foi dirigida a frase, é lançado literalmente para o espaço, para o vazio, como se, o que estivesse fazendo na terra é algo inútil e deve calar e encerrar o assunto. Normalmente, essa frase é usada em conjunto com "Só Deus pode julgar", "Não toque no ungido", "Não fale mal do irmão", enfim, como se os argumentos não pudessem ser satisfeitos ou tratados na dimensão terrena, entre as pessoas, como se algo de inacessível estivesse em questão, impossível para ser tratado na esfera dos interlocutores.

Normalmente, também, essa frase é usada no meio de uma argumentação sobre casos de pecados e de falsos irmãos, falsos ungidos, falsas doutrinas, repito, normalmente, usam a frase para tentar calar quem está falando a verdade, removendo astutamente o foco com uma sabedoria terrena e maligna e, pior, usando o Palavra de Deus.

3. Interpretando a frase de Efésios 6:12.
" Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. "

Antes, vou incluir da Palavra de Deus o texto de 1 Timóteo 4, versículos 1 e 2, que diz:
" Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demónios;
Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência; "

Qual a dimensão disso?

Quando estou enfrentando "na cara" um falso irmão, um falso apóstolo, um falso profeta, uma pessoa com espíritos enganadores e demônios, estou enfrentando espíritos de principados, potestades, forças espirituais da maldade, que são regidos neste mundo por uma fonte, pelo dono do reino das trevas que possui multiformas de manifestar-se através das pessoas em defesa e para propagação do seu reino tenebroso.

Convém atentar para isso!
Esses espíritos, os quais não são carne e nem sangue, estão na pessoa com quem estamos lidando, por isso, a luta não é contra a carne e sangue. Esses espíritos estão e falam através das pessoas.

Entretanto, os líderes poderosos, homens-ídolos da igreja de marketing, da igreja das negociatas, da igreja do mercado cristão, da igreja politiqueira, da igreja da teologia da prosperidade, da igreja dizimista com terrorismo mental, da igreja do ré-té-té com espíritos de demônios, da igreja dos enganadores e enganados, não querem que o povo saiba disso porque, para alguém agir com desonestidade, arrogância, mentira, fraude, crime, avareza, soberba, sedução, lisonjas da hipocrisia, dissimulação, sensualidade, doutrina de demônio, doutrina da lei, abusando e usando ovelhas sem entendimento, esses precisam ter um espírito dentro deles e, assim, a luta é contra eles diretamente, pois, são filhos do engano, filhos do diabo, conforme diz e denuncia a Palavra de Deus para que não sejam seguidos, nem ouvidos e ninguém seja participante ou conivente das suas obras com iniquidades.

Quem convive num meio assim vive debaixo da ação de espíritos enganadores.
Os espíritos enganadores fazem tudo parecido com o que o Espírito Santo faz, somente parecido.

Por isso, também diz a Palavra de Deus que, nada se julga pela aparência mas, sim, pela reta justiça com discernimento dos espíritos.
A reta justiça é a Palavra de Deus. Discernimento dos espíritos é dom do Espírito Santo.

Quando converso com alguém, quando argumento com alguém, sei que nesse alguém há um espírito.

Mas, nisso, o zelo e discernimento de espíritos pois, em tudo, temos que ter a confiança, autoridade e a Palavra de Deus em nós, para que o mal seja vencido pelo sopro da boca do Cordeiro, que fala com poder através dos santos.

Essa breve interpretação, ampla e poderosa, alcança líderes denominacionais com espíritos enganadores e os seus defensores e seguidores que nada mais são do que escravos espirituais, dominados e manipulados pelo espírito do líder.

Em todos há um espírito.

Repito, necessário muito cuidado e discernimento para não entrar em argumentações que não trarão seus efeitos mas, somente naquelas que, verdadeiramente, ajudarão a guardar o rebanho do Senhor para que haja santidade, amor e paz, conforme a sã doutrina.
Igreja Batista Ebenezer de Cristais

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

A LÍNGUA É UM FOGO, COMO MUNDO DE INIQUIDADE Lingua e Venenosa

LÍNGUA VENENOSA



* MENSAGEM TIAGO CAPÍTULO 3

Essa é uma constatação triste porém real, a nossa lígua é venenosa (Tg 3:8) mesmo que você seja uma pessoa boa, correta, cheia de Deus, você deve se conscientizar que sua língua é em essência má, sendo essa parte do nosso corpo descrita como mundo de iniquidade sendo capaz de contaminar todo o corpo, alterando o curso da nossa vida. A língua é influenciada pelo inferno (Tg 3:6).

CRITÉRIO DE SANTIDADE



Um dos melhores indicativos de caráter e santidade na vida de uma pessoa é o conteúdo da sua conversa. Observe se a pessoa é coerente, se suas atitudes confirmam suas palavras. Esse é o ponto chave do domínio próprio, por exemplo: Fala sobre amor ao próximo e suas palavras são confirmadas pelo bom tratamento com as pessoas da família, trabalho, desconhecidos e até inimigos. Para sermor cristãos equilibrados e coerentes devemos praticar o domínio próprio com a língua, sendo comprometidos com a verdade. Assim a pessoa que não comete erros no seu falar indica ser uma pessoa perfeita e capaz de dominar todo o corpo (Tg 3:2).

* CARÁTER DE DEUS

- Deus julga quem é mestre com maior rigor (Tg 3:1)
- A sabedoria de Deus é primeiramente pura, depois pacífica amável, compreensiva, cheia de misericórdia, bons frutos, imparcial e sincera (Tg 3:17)

* PRINCÍPIOS E VALORES

- Se você não tropeça nas coisas que você fala, você é capaz de dominar todo seu corpo (Tg 3:2)
- Não saia da sua boca benção e maldição ao mesmo tempo (Tg 3:10)
- O fruto da justiça é semeado na paz para aqueles que praticam a paz (Tg 3:18)

CARÁTER DO INIMIGO

- Conter no coração inveja amarga e ambição egoísta é um tipo de "sabedoria" terrena e demoníaca, onde existe cíume e contenda existe também confusão e toda espécie de males (Tg 3:15,16)

A língua [dos perversos] é uma flecha mortal; eles falam traiçoeira-mente. Cada um mostra-se cordial com o seu próximo, mas no íntimo lhe prepara uma armadilha. Jeremias 9:8 Estudos dão conta de que o homem fala em média 20 mil palavras por dia, e a mulher 30 mil. Daí podemos apenas imaginar ou perceber o poder que está em nossa língua tanto para o bem como para o mal. Enquanto Tiago compara a língua a um fogo que devora, queima e destrói, Jeremias a compara a uma flecha mortal. Naquele tempo, a flecha era a arma que atingia mais rapidamente uma Pessoa. Era inesperada e venenosa, rápida e cortante. Causava feridas profundas. Quem sabe hoje, se fôssemos atualizar o texto de Jeremias, diríamos assim: “Suas palavras são como tiros de um fuzil de mira telescópica, com silencia dor.” Você mal ouve o barulho, mas é surpreendido. Apenas sente o impacto. Não sabe por que e nem imagina quem foi o autor do disparo. Não sabe de onde veio; mas foi atingido. Existe uma flecha mais venenosa do que essa. É muito mais prejudicial porque não atinge apenas o corpo, mas fere profundamente a alma. É uma flecha que mancha a reputação do outro, inventa o que ele não disse e insinua intenções maldosas, espalha informação falsa sobre os outros com a intenção de feri-los. É uma flecha que tem arruinado muitos casamentos, e tem feito muitos perderem o emprego e posições. Ela já arruinou o futuro de milhares de pessoas.
O nome dessa flecha é calúnia, mas também é conhecida como difamação.
O ditado diz: “A calúnia é como o carvão, quando não queima, suja.” Os rabinos ensinavam que a calúnia era pior do que o incesto, a idolatria e o tirar a vida de alguém, porque matava três pessoas de uma só vez: o calunia-dor, o caluniado e quem escutou.
O cristão verdadeiro está convicto de que o tecido das relações humanas está entremeado da verdade. Quando há desconfiança e medo, os relacionamentos são fragilizados. Por isso, hoje todos apreciamos aquilo que chamamos de transparência. Não há nada escondido, mas existe lealdade e consistência. “Não saia dos vossos lábios nenhuma palavra inconveniente [que fira, machuque, destrua, arruíne], mas, na hora oportuna, a que for boa para edificação, que comunique graça aos que a ouvirem” (Ef 4:29, Bíblia de Jerusalém).
Nossa oração deve ser, neste dia: “Coloca, Senhor, uma guarda à minha boca; vigia a porta de meus lábios” (Sl 141:3).
Igreja Batista Ebenezer de Cristais

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Vem ai !!! O Jejum de Daniel Prepare-se Daniel 10.2,3 e 12,13

Campanha
Jejum de Daniel - 21 Dias

“Naqueles dias eu, Daniel, estava pranteando por três semanas inteiras. Nenhuma coisa desejável comi, nem carne nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com ungüento, até que se cumpriram as três semanas completas.” (Dn 10,2-3)

A passagem acima descrita, tirada do livro de Daniel, é o exemplo clássico de um “jejum parcial” realizado em meio às atividades do dia-a-dia, com o propósito de alcançar de Deus a revelação de sua vontade. Chamamos “jejum parcial” porque consiste na aplicação de uma dieta limitada, ao invés da abstinência absoluta de alimentos. Está claro que existe um valor muito grande neste tipo de jejum. Lendo os versículos seguintes deste capítulo de Daniel, verificamos que o culminar deste jejum foi uma tremenda visitação do anjo do Senhor com uma revelação indispensável a respeito das batalhas que se travam nas regiões celestes (vers.13-22). Além disso, o próprio Senhor, em sua visita a Daniel, assegura com palavras encorajadoras a eficácia de seu jejum e penitência: “Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste teu espírito a compreender, e em que te humilhaste diante de teu Deus, tua oração foi ouvida, e é por isso que eu vim”. (vers.12)

Aleluia! Quando nós somos movidos pelas promessas de Deus e numa atitude que o agrada, começamos a transformar esta promessa em realidade no jejum e na oração; no momento mesmo em que nosso coração se humilha e busca a face do Senhor, nossas palavras são ouvidas no céu.

Daniel dedicou três semanas (21 dias) ao jejum e à oração. O tempo dedicado ao jejum é reservado para buscar o Senhor, mesmo em meio às atividades cotidianas. Em Mt 6, 1-18 vemos como Jesus indica o jejum, a oração e a esmola como sinais característicos da vida de um cristão fiel. Em alguns momentos de decisão, porém, somos convidados a intensificar nossa comunhão com o Senhor. Segundo o desejo de Jesus, devemos fazer isto sem ostentação, mas com discrição e buscando agradar somente ao Pai.

Outro fator importante em um tempo de jejum é o propósito que nos move a fazê-lo. Um jejum sem propósito definido é como vagar num túnel escuro, sem saber de onde vem ou para onde vai. Olhando as Sagradas Escrituras, encontraremos muitas razões que levaram as pessoas ao jejum. Se vamos jejuar, temos que ter objetivos firmes e claros pelos quais lutar: Estar em Deus; receber sua palavra e alguma orientação/propósito concreta; interceder por alguém ou alguma situação; enfrentar Satanás e suas tentações. Pedimos que você ore e peça que o Senhor revele sobre que intenções particulares você deve rezar. Que pessoas estão perto de você e longe de Deus? Que situações precisam ser saradas pelo Senhor em sua vida, etc? Anote num papel essas intenções particulares e deixe-as à mão, para que você recorde durante a oração pessoal.

Como se faz esse jejum?

Por três semanas (21 dias), somos convocados a um jejum parcial. Será um tempo de maior oração e dedicação ao Senhor. Durante este tempo, evitaremos alimentos pelos quais buscamos saciar mais nosso gosto/prazer do que as necessidades reais do nosso organismo (doces, refrigerantes, excesso de frituras ou outros alimentos que constituem hábitos alimentares aos quais estamos apegados). Além disso, evitando extravagâncias, vamos escolher entre duas opções: ou iniciar a alimentação diária só a partir das 12 horas, ou simplesmente cortar uma das refeições do dia. Cuidado somente para não “descontar” na próxima refeição para compensar o que foi omitido. Pessoas que fazem uso de medicação devem estabelecer o jejum em conformidade com o horário dos remédios. Pessoas com problemas de pressão ou diabetes, ou outro tipo de limitação de saúde, devem conhecer as necessidades do seu organismo e adaptar o jejum. Pessoas que não podem fazer nenhum tipo de restrição na alimentação podem fazer jejum de televisão, conversa ou outras coisas. Mas lembre-se: inicialmente o jejum consta de algum sacrifício na alimentação.No 1º dia do jejum faça uma consagração, com um bom momento de Adoração, Louvor e se possível participação de missa. Escreva num papel as intenções pelas quais você vai oferecer o jejum (peça ao Espírito Santo que lhe revele o que será a motivação do seu tempo de penitência e escuta).No 21º dia, ou seja, no final da terceira semana de jejum, faça um momento de ação de graças ao Senhor, por tudo o que Ele nos dará em função desse dias; se possível também participe de uma missa em ação de graças.

Sugestão de roteiro para oração pessoal nos dias de jejum:

1º. dia – Ore com Romanos 4, 18-21 e confie no Deus que é fiel e poderoso.

2º. dia – Ore com Romanos 5, 3-5 e renove sua esperança nas tribulações.

3º. dia – Ore com Romanos 8, 15 e clame com o Espírito Santo ao seu Pai eterno.

4º. dia – Ore com Romanos 8, 28 e declare que todas as coisas concorrerão para seu bem, para a glória de Deus.

5º. dia – Ore com Romanos 8, 31-38 e celebre sua vitória em Cristo sobre todo o mal.

6º. dia – Ore com Romanos 10, 9-13, proclame o senhorio de Jesus e receba salvação.

7º. dia- Ore com Romanos 12, 1-2 e peça ao Senhor a renovação do seu espírito e da sua mente.

8º. dia – Ore com 1Coríntios 1, 7-9 e louve o Deus fiel que o guarda seguro até o fim.

9º. dia – Ore com 1Coríntios 3, 16 e adore o Espírito Santo que mora em você!

10º. dia – Ore com 1Coríntios 6, 19-20 e agradeça ao Senhor por tê-lo comprado pelo sangue de Jesus.

11º. dia – Ore com 1Coríntios 13, 4-7 e peça que o Senhor encha o seu coração de amor.

12º. dia – Ore com 2Coríntios 4, 16-18 e glorifique a Deus porque suas tribulações são passageiras.

13º. dia – Ore com 2Coríntios 6, 1-2 e faça do dia de hoje o tempo de Deus em sua vida.

14º. dia – Ore com 2Coríntios 10, 3-5 e trave um combate espiritual com a armadura de Deus.

15º. dia – Ore com Gálatas 2, 19-20 e experimente a vida de Cristo pulsando em você.

16º. dia – Ore com Gálatas 4, 6-7 e louve a Deus, de quem você é filho e herdeiro.

17º. dia – Ore com Efésios 1, 3-14 e adore o Senhor por suas maravilhas em nosso favor.

18º. dia – Ore com Efésios 2, 8-10 e agradeça pela salvação recebida por uma vida santa.

19º. dia – Ore com Efésios 2, 13-18 e derrube os muros de inimizade em sua vida.

20º. dia – Ore com Efésios 3, 20-21 e louve o Pai que faz muito mais do que pedimos.

21º. dia – Ore com Efésios 4, 31-32 e comece uma vida nova de perdão e de paz.



“DANIEL” de jejum e oração:
“Naqueles dias eu Daniel, estava pranteando por 3 semanas inteiras.Nenhuma coisa
desejável comi, nem carne nem vinho entraram em minha boca, nem me ungi com
ungüento, até que se cumpriram as 3 semanas completas.” (Dn 10,2-3)
A passagem acima descrita, tirada do livro de Daniel, é o exemplo clássico de um
“Jejum parcial”, realizando em meio às atividades do dia-a-dia, com o propósito de alcançar
de Deus a revelação de sua vontade. Chamamos “Jejum parcial” pq consiste na aplicação de
uma dieta limitada, ao invés de abstinência absoluta de alimentos.
Esta claro que existe um valor muito grande neste tipo de jejum. Lendo os capítulos
seguintes deste capitulo de Daniel verificando que o culminar deste jejum foi uma visitação
do anjo do Senhor com uma revelação indispensável a respeito das batalhas que se travam
nas regiões celestes (vers. 13-22). Além disso, o próprio Senhor, em sua visita a Daniel,
assegura com palavras encorajadoras a eficácia de seu jejum e penitencia. ”Não temas,
Daniel pq desde o primeiro dia em que aplicastes teu espírito a compreender, e em que te
humilhastes diante de teu Deus, tua oração foi ouvida, e é por isso que eu vim”.(Vs 12)
Aleluia!Qdo nós somos movidos pela promessa de Deus e numa atitude que o agrada,
começamos a transformar esta promessa em realidade no jejum e na oração; no momento
mesmo em que o nosso coração se humilha e busca a face do Senhor, nas nossas palavras
são ouvidas no céu.
Daniel dedicou três semanas completas (21 dias) ao jejum e a oração. O tempo
dedicado ao jejum é reservado para buscar o Senhor, mesmo em meio às atividades
cotidianas.Em Mt 6,1-18 vemos como Jesus indica o jejum, a oração e a esmola como sinais
característicos da vida de um cristão fiel. Em alguns momentos de decisão, porém somos
convocados a intensificar nossa comunhão com o Senhor. Segundo o desejo de Jesus,
devemos fazer isto sem ostentação, mas com discrição e buscando agradar somente ao Pai.
Outro fator importante em um tempo de jejum é o propósito que nos move a fazê-
lo.Um jejum sem propósito definido é como vagar num túnel escuro, sem se saber de onde
vem ou pra onde vai. Olhando as Sagradas Escrituras, encontraremos muitas razões que
levaram as pessoas ao jejum. Se vamos Jejuar, temos que ter objetivos firmes e claros pelos
quais lutar: estar com Deus; receber a sua palavra e alguma orientação concreta; interceder
por alguém ou alguma situação; enfrentar satanás e suas tentações...
Como faremos o nosso jejum?
Por 3 semanas (21 dias), somos convocados a jejum parcial. Será um tempo de maior
oração e dedicação ao Senhor. Durante este tempo, evitaremos alimentos pelos quais
buscamos mais saciar nosso gosto do que as necessidades reais do nosso organismo (doces,
refrigerantes, excesso de frituras ou outros alimentos que constituem hábitos alimentares
aos quais estamos apegados).
Além disso, evitando extravagâncias, vamos escolher entre duas opções: iniciar a
alimentação diária só a partir das 12h, ou simplesmente cortar umas das refeições do
dia.Cuidado somente para não “descontar” na próxima refeição para compensar o que foi
omitido. Pessoas que fazem uso

O jejum de Daniel, em vez de jejum do alimento por completo é uma abstinência parcial. Nesse período Daniel se absteve o que dava prazer à carne. O mais importante do jejum não é a abstinência e sim a consagração a Deus.
Daniel não se contaminou com as coisas do mundo (Daniel 1.8) e sempre orava três vezes ao dia (Daniel 6.10). Enquanto Daniel separou este tempo de consagração houve uma batalha espiritual, mas sua oração foi ouvida desde o primeiro dia e no vigésimo primeiro dia um anjo lhe apareceu com a resposta de Deus (Daniel 10.12,13).
Quais os benefícios do jejum de Daniel?
Vamos refletir sobre as 21 Bênçãos do Jejum, sendo 7 para o Corpo, 7 para a Alma e 7 para o Espírito:
21 Bênçãos do Jejum de Daniel
CORPO
01 - Benção de 3 anos em 21 dias: Dn 1.5-19
02 – Saúde e Boa aparência: Dn 1.15
03 - Força, Vigor, Inabalável: Dn 1.15
04 - Ser mais resistente e firme: Dn 1.18,19
05 - Deus livra da fornalha de fogo: Dn 3.25
06 - Livramento dos seus inimigos: Dn 4.25
07 - Deus fecha a boca dos leões: Dn 6.22
ALMA
08 - 10 vezes mais sábio: Dn 1.20
09 - 10 vezes mais inteligente: Dn 1.20
10 - Ser considerado melhor: Dn 1.19
11 - Temperamento excelente: Dn 6.3
12 - Resolver coisas difíceis: Dn 2.20 e 5.12
13 – Ser mais capaz e aplicado: Dn 10.12
14 - Andar na luz, fugir das trevas: Dn 5.11
ESPÍRITO
15 – Ser muito amado de Deus: Dn 10.11
16 – Ser um guerreiro de oração: Dn 6.22
17 – Receber poder do Espírito: Dn 5.12
18 - Interpretar sonhos: Dn 2.6
19 - Vida de consagração: Dn 10. 2 a 4
20 - Orações respondidas: Dn 10.12
21 - Anjos veem te defender: Dn 10.21




As bênçãos deste jejum alcançam:
-CORPO: porque nos desintoxicamos de alimentos que são desnecessários à nossa saúde;
-ALMA: é um período de higiene mental e maior concentração em coisas que edificam;
-ESPÍRITO: ao enfraquecer a carne, somos espiritualmente fortalecidos com o jejum.

O jejum mortifica a carne, alivia a alma
e fortalece o espírito!
-CONCLUSÃO:
Por três semanas (21 dias), somos convocados a um jejum parcial para maior oração e dedicação ao Senhor. Durante este tempo, evitamos alimentos pelos quais buscamos saciar mais nosso gosto e prazer do que as necessidades reais do nosso organismo (doces, refrigerantes, café, chocolate, carne e frituras ou outros alimentos que constituem hábitos alimentares aos quais estamos apegados). Portando se você quer realmente fazer o Jejum, precisará além de abster-se de alguns alimentos, também deixar outras coisas como, por exemplo: televisão, internet e outros... e dedicar-se pelo menos três vezes ao dia à oração.
-Fazendo o propósito, escreva:
-O que vai se abster: ___________________________________
-Qual o seu propósito: __________________________________
-3 horários de oração ao dia: ________ ; _________; _________
Daniel prosperou e tornou-se governador do maior império que o mundo já conheceu. Sobreviveu a três impérios e reis (Império Babilônio de Nabucodonosor e Belsazar, Império Medo-Persa com Dario, o Medo e Ciro, o Persa – Daniel 6.28). Seus amigos venceram a fornalha de fogo ilesos. Daniel viu Nabucodonosor pastar como animal e ser restaurado como rei. Venceu a cova dos leões e Deus lhe deu livramento de todos os seus inimigos.
Qual seria o segredo de Daniel?
O segredo é a ORAÇÃO!