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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Deus dos montes e dos vales

 "O Senhor Deus é a minha força, e fará os meus pés como os de uma corsa, e me fará andar em lugares altos." Habacuque 3.19
Deus dos montes e dos vales






O que significa as palavras “montes” e “vales” na vida cristã? Tanto um como outro nome tem um significado figurativo. “Monte” significa triunfo, vitória. Quando a nossa vida está uma bênção, quando tudo é maravilha e tanto a nossa vida material como espiritual transcorrem de acordo com as nossas expectativas, sentimo-nos no monte. Já os “vales” significam os momentos de dificuldades que atravessamos em nossa caminhada nesta terra.
DEUS É:
Um ser infinito e existente por si mesmo. O início e o fim de todas as coisas. Revela-se na Trindade Santíssima como um Ser uno, infinitamente perfeito, Criador e regulador do universo. Teologicamente é caracterizado como Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.

FAÇAMOS ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS LUGARES ALTOS:

1.1 — Quem está em um lugar alto tem a sensação de superioridade
Observar panoramicamente tudo que um lugar superior causa
em nós: uma sensação de superioridade. Isto acontece quando vivenciamos uma situação de vantagem.

1.2 — Para quem está em um lugar alto, os problemas tornam-se pequenos
Se olhar para baixo estando no alto de uma montanha, o crente verá que o rio parecerá um filete de água, as pessoas, minúsculos insetos, e as árvores, gravetos. Tudo parecerá menor.

1.3 — Quem está em Um lugar alto está mais seguro
A pessoa em um lugar alto sente-se segura. Na época das enchentes e temporais no pantanal mato-grossense, os donos de propriedades situadas em lugares altos alugam as suas terras para que os donos de rebanhos abriguem nelas o seu gado.

EXPERIÊNCIA DE VIDA
Quando eu e minha esposa Elizete Malafaia nos formamos em psicologia na universidade, fui escolhido para ser o orador da turma. No dia da festa de formatura, saímos de casa às 17h30mm. O tempo estava meio feio, e logo começou a cair muita água. Chegamos ao bairro da Taquara, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, às 18 horas, debaixo de um temporal assustador O trânsito estava completamente parado.
Fiz uma manobra rápida para sair do engarrafamento, entrei em algumas ruas que eu conhecia na Taquara e cheguei a um lugar alto. Eram 18h quando parei o carro naquele ponto alto e livre da possibilidade de qualquer enchente, e só consegui sair de lã, às 4 horas da manhã. Nossa colação de grau foi adiada. A chuva causou enchentes que atingiram várias regiões do Rio de Janeiro no dia 13 de fevereiro de 1996, quando mais de200 pessoas morreram. Eu ouvi sirenes, mulheres gritando lá embaixo, crianças chorando, mas eu e minha esposa nos sentíamos seguros porque estávamos em um lugar alto.

1.4 — Quem. está em um lugar alto tem uma visão melhor
Somente de um lugar alto é possível fazer urna escolha melhor. Quando chego de avião na cidade do Rio de Janeiro, costumo olhar para a Avenida Brasil e a Linha Vermelha com o propósito de ver qual destas duas Rodovias oferece condições melhores

TRÊS VERDADES ESPIRITUAIS SOBRE OS LUGARES ALTOS:

2.1 — Satanás não tem medo de ninguém que está em lugar alto
O crente que jejua e ora intimida Satanás, porém não estará livre da tentação demoníaca (1 Coríntios 10.12; Efésios 4.27). Podemos ser cheios do Espírito Santo e do poder de Deus, mas não pensemos que isto vai atemorizar o diabo. O que devemos fazer é dobrar a vigilância não abrindo nenhuma brecha para Satanás.

2.2 - As grandes batalhas são travadas nos lugares altos
Nós devemos preparar-nos como Elias, porque nos lugares altos é onde são travadas grandes batalhas. Este profeta travou sua maior batalha contra os profetas de BaaI e Aserá no alto do monte Carmelo (1 Reis 18.19-40).

2.3 — É Deus quem coloca o crente em lugares altos
Não é o crente que deve colocar-se em um lugar alto; Deus é quem o coloca no lugar alto. Do Senhor provém a vida e todas as demais coisas. Por Ele, vivemos, inovemo-nos e existimos (Atos 17.25-28).

ALGUMAS SOLUÇÕES QUE O CRENTE PRECISA APRENDER SOBRE OS VALES
A pessoa que está no vale está vulnerável, perdida sem uma visão ampla. Quem está no vale precisa saber que:

3.1 — Por mais profundo que seja o vale, o nosso Deus sempre estará por cima dele
Deus revelou ao profeta Eliseu os segredos do rei da Assíria (2 Reis 6.8-12). O exército assírio, então, cercou a cidade onde estava este profeta para o prender. Porém, Deus cercou e protegeu Eliseu com cavalos e carros de fogo (2 Reis 6.17), e feriu o exército assírio de cegueira (2 Reis 6.18). Isto porque Deus é mais alto do que os montes (Salmo 12 1.1,2). Entendemos que Eliseu estava em um lugar baixo, em um vale, e o exército do rei da Assíria estava no alto. Um trecho desta história nos revela isto: “E, como desceram a eles...” (2 Reis 6.1 8a). Porém, o exército de Deus estava em um lugar mais alto (2 Reis 6.17h).

3.2 — É melhor estar com Deus no vale do que ficar sem Ele no monte
A questão é saber se Deus está realmente com o crente na luta, na adversidade, porque é isto que faz a grande diferença. É Deus quem nos sustenta com a destra de Sua justiça (Isaías 4 1.10). O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã (Salmo 30.5).

3.3 — É no vale que são conquistadas as maiores vitórias
Deus permite que o crente chegue ao fim do poço para lhe dar uma extrema demonstração de que o ama e cuida dele. A Bíblia prova isto ao relatar o confronto entre Davi e Golias. O exército dos filisteus estava em uma banda do monte e o exército de Israel em outra banda do monte, e entre eles havia um vale (1 Samuel 17.3).

3.4 — Deus socorre tanto nos montes como nos vales
Em 2 Crônicas 20.15-17, a Bíblia relata mais uma grande vitória no vale. O rei Josafá estava em grande apuro porque os amonitas e os moabitas haviam se reunido para lutar contra Jerusalém. Deus, então, mandou um profeta confortá-lo, e Israel foi vitorioso.

CONCLUSÃO
É fundamental permanecermos na presença de Deus quando estamos no vale da tribulação. Esperar com paciência, orando e confiando que Ele estará com a Sua Igreja todos os dias até a consumação dos séculos. O Senhor é o Deus dos montes e dos vales.
É necessário que ela cresça e eu diminua João 3:30

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Yom Kipur (Dia do perdão)

Nesta época (início do outono – Israel ou primavera – Brasil), os judeus do mundo comemoram a seqüência de festas típicas da estação de outono: o Rosh Hashaná (também conhecido como festa das trombetas), os 10 dias de Arrependimento (cujo último dia é conhecido como Yom Kipur, o dia do Perdão) e a Festa dos Tabernáculos ou festa da colheita (Sucôt)
.
Qual é a origem desses dez dias de arrependimento?
Em Levítico 23:24, encontramos uma ordem: “…No sétimo mês, ao primeiro dia do mês, tereis descanso solene, um memorial ao som da trombeta, uma santa convocação” . Após o exílio Babilônico, este dia do “soar da trombeta” tornou-se conhecido como Rosh Hashaná, o Ano Novo Judaico. Na Torá, tudo o que conhecemos é que é um dia de “fazer tocar as trombetas”. No livro de Salmos, encontramos referências interessantes (Salmo 81.3) “Tocai a trombeta na lua nova, na lua cheia, no dia da nossa festa”. Nesse Salmo encontramos o tocar da trombeta (Shofar, que é um chifre de carneiro) na lua nova, que é a primeira do mês, é também chamada “o dia de nossa festa”. O Salmo 81 traz à luz um outro aspecto tradicional dessa festa. De acordo com a tradição desse dia, Rosh Hashaná, que é o primeiro dia do sétimo mês, é também um dia que coroamos D-us como Rei de nossas vidas e da vida da nação. Entre o Rosh Hashaná, que é o primeiro dia do sétimo mês, e o dia da expiação (Yom Kipur), que é o décimo dia do sétimo mês, há um período de dez dias separados para o arrependimento e perdão dos pecados de Israel. Esses dez dias são como um período especial onde as pessoas se tornam mais cerimoniais e contemplativas acerca de seus pecados, num nível coletivo-nacional. D-us concedeu um dia para expiação dos pecados da nação. O bode expiatório que era enviado ao deserto era uma prefiguração do trabalho de Yeshua (Jesus) o Messias, que morreu na cruz pelos pecados do mundo inteiro. Por causa da solenidade que traz esse dia, tornou-se tradição tomar dez dias entre os dois dias santos para contemplação e arrependimento.
Os judeus, de modo geral, levantam bem cedo, antes do nascer do sol, e recitam orações e cânticos de arrependimento que expressam a profunda tristeza que cada indivíduo e toda coletividade tem pela fraqueza e pelos pecados que eles cometeram.
Não há nenhuma outra nação que gaste dez dias meditando acerca da expiação e perdão dos pecados como a nação de Israel.
Érev Yom Kippur em Jerusalém.
Érev Yom Kippur em Jerusalém.
No dia da expiação quase todo Israel e a comunidade judaica ao redor do mundo jejua. Ninguém come ou bebe, por um período de 24 (vinte e quatro) horas. Cada pessoa, que não esteja doente ou grávida, ou seja maior de doze anos jejua, abstém-se de comida e bebida por 24 (vinte e quatro) horas, isto aumenta a seriedade do dia no qual você contempla seus pecados e fraquezas. Os cultos nas Sinagogas geralmente acontecem na noite anterior, normalmente pela manhã bem cedo, e o último às 18:30 deste dia. Muitas pessoas permanecem na Sinagoga por 10 (dez) horas, para orar e suplicar a Deus pelo perdão do pecados.
A consciência de pecado ensinada pelo Rabino Shaul (Paulo) está provavelmente influenciada pelas orações do dia da expiação. Passagens como Romanos 7:24 “Desventurado homem que sou? Quem me livrará do corpo desta morte?”, podem estar influenciados pelas confissões do dia da expiação, que repetidamente enfatizam a fraqueza e a vulnerabilidade do homem.
Há um interessante comentário feito por Ibn Ezra, um comentarista bíblico judeu medieval, a respeito de Levítico 16.9-10. Ibn Ezra fixa seu comentário em Levítico 16.9: “Se você deseja conhecer o mistério do bode expiatório deve conhecer primeiro quem morreu na idade de 33 (trinta e três)…”. Não foi ele quem elaborou este ponto. Um comentarista posterior, um dos mais famosos Rabinos Judeus da era de ouro, do exílio espanhol, rabino Moshê Ben-Nachman, afirma neste verso: “Eu digo que o Rabino Abraham Ibn Ezra quis dizer, “a idade de 33…”: Esaú e o Reino de Edom”. Na terminologia judaica medieval, Esaú é Yeshua, e o Reino de Edom é o Império Romano. Assim, o Rabino Moshê identifica a pessoa de quem o Rabino Ibn Ezra estava falando como sendo Yeshua. Yeshua é o bode expiatório que leva os pecados de Israel sobre si no dia da expiação. É interessante ver rabinos que identificam o bode expiatório como Yeshua e ainda não acreditam n’Ele. A razão pela qual esses rabinos são capazes disso é porque eles viviam sobre a impressão errada que cristianismo é para gentios e não para Judeus.
A política da igreja católica em relação ao povo judeu apenas reforçou essa ideia errada. Yeshua, (Jesus) veio em primeiro lugar para o povo de Israel. Os cristãos têm a responsabilidade de orar pelas boas novas para o povo judeu, se não por outra razão, pelo fato de que eles receberam as boas novas dos judeus.
Qual é a aplicação disso tudo para os seguidores de Yeshua o Messias?
“Consciência de pecado” é talvez o tema mais pregado nos púlpitos das igrejas ocidentais. Arrependimento é certamente o maior princípio de todas as religiões bíblicas. Os cristãos freqüentemente pensam que são proprietários de confissões e arrependimentos, por fé e graça.
A verdade é que tanto no judaísmo quanto no islamismo, há sustentação de uma forte crença para o arrependimento. Há coisas que podemos aprender do judaísmo nos 10 dias de arrependimento.
1- Estabelecer um tempo para meditar acerca de seu “status” com Deus, sua necessidade de arrependimento e deixar que este tempo seja oportuno para se fazer um esforço concentrado.
2- Durante esse tempo separado para arrependimento, você deve levantar-se bem cedo e começar seus dias com uma confissão de pecados.
3- Há itens que exigem um arrependimento coletivo e, conseqüentemente, devem envolver toda comunidade no processo de arrependimento.
4- Embora o arrependimento seja de responsabilidade individual, é importante que as pessoas façam isto juntas, estabelecendo um tempo especial para isso.
Há algumas pessoas que desprezam essa idéia e dizem que devemos nos arrepender diariamente e instantaneamente quando nos surpreendemos em pecado. Mas, a verdade é que há muitos pecados que cometemos inadvertidamente e, sem ter consciência deles. Nós precisamos gastar tempo em nos concentrar como a comunidade judaica faz nos dez dias de arrependimento.
YomKippur
Para o povo Judeu que não acredita em Yeshua, o processo de arrependimento é complicado pelo fato de que há muitos textos bíblicos que são lidos os cultos do dia da expiação que mencionam a necessidade de sangue e sacrifício para a perdão de pecados. Aqueles que acreditam em Yeshua, o Messias, sabem que o sangue de bodes e touros não mais corre no altar para expiar os pecados de Israel, mas o sangue derramado por Yeshua por nossas transgressões está ainda disponível para expiar e perdoar e redimir os judeus de seus pecados. Minha oração neste ano é que durante estes dez dias de arrependimento o Senhor revelará ao Seu povo amado já proveu o cordeiro para expiação dos pecados. Por outro lado, minha oração é também para que o mundo cristão gaste tempo e avalie seus erros e pecados coletivos e individuais cometidos, e gaste mais tempo ainda re-aplicando o sangue de Yeshua que está ainda fresco e não seco, capaz de perdoar os pecados da humanidade.

As Festas do Senhor
As Festas do Senhor são as festas ordenadas por Deus ao Seu povo, conforme está no livro de Levíticos. Em Colossenses 2:17, referindo-se a essas festas, o apóstolo Paulo nos ensina que elas eram sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo. Como se tratava de uma sombra de algo que seria concretizado no futuro, a presença de Cristo é evidente em cada uma delas. Através das festas, Deus tratava de ensinar ao Seu povo a identificar o Seu plano de redenção que seria executado através de Seu Filho, Jesus Cristo. Nós preferimos celebrar Jesus e o que Ele fez por nós, obedecendo o calendário bíblico, a nos comprometer com as festas pagãs sincretizadas com a idolatria que tanto dano tem feito ao Corpo de Cristo.
Vejamos essas Festas e como identificamos a pessoa de Jesus Cristo em cada uma delas:
Na Festa da Páscoa - Jesus é o Cordeiro Pascal (1 dia).
Na Páscoa dos hebreus o povo celebrava a saída do Egito, da terra da escravidão. O sangue de um cordeiro devia ser passado nos umbrais de suas portas para identificar aqueles que tinham a promessa de Deus feita a Abraão. Aquele sangue impediria que o anjo da morte executasse sua tarefa naquela casa que era matar o primogênito.
E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo (Ex 12:14).
Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família (Ex 12:3). Paulo identificou a pessoa de Jesus Cristo naquele cordeiro e cujo sangue nos purifica de todo o pecado. É o sangue da nova aliança. O sangue de nossa redenção. O sangue que foi oferecido como pagamento de nossa libertação da escravidão do pecado.
I Co 5:7 - Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.
João 1:29 - No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
João 1:36 - E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus.
Esta festa tem a duração de apenas um dia, pois num só dia Jesus consumou sua obra redentora na cruz do calvário, derramando o Seu sangue, trazendo a nossa redenção.
Na Festa dos Pães Ázimos – Jesus nos oferece uma nova vida (uma semana)
Esta festa deve ser celebrada por toda uma semana e imediatamente após a Páscoa.
“Guardai pois a festa dos pães ázimos, porque naquele mesmo dia tirei vossos exércitos da terra do Egito; pelo que guardareis a este dia nas vossas gerações por estatuto perpétuo” (Ex 12:17). “E aos quinze dias deste mês é a festa dos pães ázimos do Senhor; sete dias comereis pães ázimos” (Lv 23.6). Sete dias, uma semana completa, significa uma vida toda. Uma semana significa uma existência completa. Jesus nos oferece a possibilidade de vivermos toda a nossa vida livres da maldição do pecado.
“De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida” (Rm 6:4). “Limpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós” (Co 5:7).
Na Festa das Primícias – Cristo foi feito as Primícias dos que dormem
Esta festa devia ser celebrada ao seguinte dia do sábado, ou seja, no domingo (Lv 23:11)
“Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando houverdes entrado na terra, que vos hei de dar, e fizerdes a sua colheita, então trareis um molho das primícias da vossa sega ao sacerdote. Ele moverá o molho perante o Senhor, para que sejais aceitos; no dia seguinte ao sábado, o sacerdote o moverá” (Lv 23:10-11)
Esta festa está relacionada com a colheita dos primeiros frutos. Como se trata de uma “sombra” do que viria acontecer através de Jesus, o Senhor espera que aqueles que morreram com Cristo na Páscoa, vivem uma vida sem pecado, ou seja, vivam a Festa dos Pães Ázimos e possam começar a produzir o fruto do Espírito imediatamente. Este é o primeiro significado dessa festa. O segundo aponta para o Senhor Jesus que foi feito primícias dos que dormem. Ele foi o primeiro a ressuscitar dentre os mortos; dando-nos a esperança gloriosa de ressuscitarmos juntamente com Ele. “Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem” (I Co 15:20).
“Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda” (I Co 15:23) Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. (Jo 11:25).
Estas três primeiras festas no calendário bíblico acontecem simultaneamente e estão relacionadas com a primeira vinda de Jesus à Terra. Elas marcam a obra redentora de nosso Senhor Jesus Cristo já realizada.
Na Festa de Pentecostes – Jesus capacita sua Igreja para a colheita
Esta Festa é também chamada de Festa das Semanas ou Festa da Colheita. Ao cumprir o Dia de Pentecostes, Jesus envia o Espírito Santo para revestir sua Igreja de poder do alto para que ela seja testemunha do seu evangelho tanto em Jerusalém, como na Judeia, Samaria e até aos confins da terra.
“Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa” (Jo 4:35).
“E dizia-lhes: Grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros para a sua seara” (Lc 10:2).
“E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24:49).
“E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. 3 E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais repousaram sobre cada um deles” (At 2.1).
Esta festa acontece cinquenta dias após a Festa das Primícias e marca a inauguração da era da Igreja. Nesse dia Pedro deu início a obra de evangelização dos povos, alcançando quase três mil almas, numa só cruzada evangelhística, que é o trabalho que Jesus deixou para que os seus discípulos realizem até que Ele retorne.
Na Festa das Trombetas – Jesus anuncia a Sua volta
Esta festa aponta para o futuro, para a volta do Senhor, o Arrebatamento da Igreja e consequentemente o encerramento dos trabalhos da Igreja aqui na Terra.
“Fala aos filhos de Israel, dizendo: No sétimo mês, ao primeiro do mês, tereis descanso, memorial com sonido de trombetas, santa convocação” (Lv 23:24).
“Tocai a trombeta em Sião, e clamai em voz alta no meu santo monte; tremam todos os moradores da terra, porque o dia do Senhor vem, já está perto” (Joel 2:1).
“Tocai a trombeta em Sião, santificai um jejum, convocai uma assembleia solene” (Joel 2:15). Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem” (1Te 4:15).
“Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (1Te 4:17).
Na Festa da Expiação ou o “Dia do Perdão” – Jesus nos chama ao arrependimento e nos oferece a purificação de nossos pecados pelo seu próprio sangue
Jesus pagou o preço da nossa redenção, contudo nos ensina que para seguí-lo temos que tomar nossa cruz, renunciarmos a nós mesmos (sacrifício vivo).
“Mas aos dez dias desse sétimo mês será o dia da expiação; tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; e ofereceis oferta queimada ao Senhor. E naquele mesmo dia nenhum trabalho fareis, porque é o dia expiação, para fazer expiação por vós perante o Senhor vosso Deus. Porque toda a alma, que naquele mesmo dia se não afligir, será extirpada do seu povo” (Lv 23: 27-29).
“E chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia sua cruz, e siga-me” (Mc 8:34).
“E dizia a todos: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia sua cruz, e siga-me” (Lc 9:23).
“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm 12:1). O Dia do Perdão é observado dez dias antes da Festa de Tabernáculos. É uma chamada final para o povo de Deus se voltar para Ele antes que seja tarde demais.
Na Festa de Tabernáculos – Jesus tabernaculando com sua Igreja (uma semana)
Esta Festa aponta para o reinado milenar de Jesus. É a mais importante Festa profética para a Igreja. Assim como a Festa dos Pães Ázimos, esta festa dura toda uma semana, que significa um período de tempo completo – um período milenar. O governo do Messias sobre as nações da Terra.
“E no primeiro dia tomareis para vós ramos de formosas árvores, ramos de palmeiras, ramos de árvores frondosas, e salgueiros de ribeiras, e vos alegrareis perante o Senhor vosso Deus por sete dias. E celebrareis esta festa ao Senhor por sete dias cada ano; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações; no mês sétimo a celebrareis. Sete dias habitareis em tendas; todos os naturais em Israel habitarão em tendas; para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o Senhor vosso Deus” (Lv 23:40-43).
No tempo em que os filhos de Abraão habitaram em tendas no deserto, eles o fizeram porque estavam numa viagem para a Terra Prometida. Não construíram edificações permanentes porque o coração do povo estava em Canaã. As tendas podiam ser montadas e desmontadas com grande facilidade. Durante todos aqueles quarenta anos o Senhor estava com eles, numa nuvem durante o dia e numa coluna de fogo durante a noite. Assim, nós a Igreja, a noiva do Cordeiro, devemos ter nossa vida como uma tenda que pode ser desmontada aqui na terra a qualquer momento e remontada no céu. Devemos ter o nosso coração voltado somente para o Noivo e aguardar ansiosamente por sua volta. Do mesmo modo que o Senhor não abandonou o Seu povo no deserto, assim também o Senhor Jesus não nos abandona nem um só dia neste tempo de espera. “...e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” (Mt 28:20).
“Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus” (Ap 22:20).
Nos Sábados (Shabat) – Jesus é o Senhor do Sábado
O Sábado é o último dia da semana. É o dia escolhido por Deus para o homem descansar. Depois de uma semana que significa uma existência completa, uma vida, Deus preparou o descanso para os Seus filhos. “E ele disse-lhes: Isto é o que o Senhor tem dito: Amanhã é repouso, o santo sábado do Senhor; o que quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobejar, guardai para vós até amanhã” (Ex 16:23). Em três evangelhos Jesus se apresenta como o Senhor do sábado:
Mt 12:8 - Porque o Filho do homem até do sábado é Senhor. Mr 2:28 - Assim o Filho do homem até do sábado é Senhor. Lc 6:5 - E dizia-lhes: O Filho do homem é Senhor até do sábado.
Como as demais festas, o sábado – dia de repouso, era uma “sombras” do que viria ser concretizado na pessoa de Jesus. Como ele é o Senhor do sábado, só podemos encontrar descanso para nossas almas em sua pessoa. Como Ele mesmo disse em Mt 11:29 -“Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas”.
Por esta razão celebramos o “Shabat” todas as semanas para não nos esquecermos que em Jesus encontramos a paz e o descanso que necessitamos.
É necessário que ela cresça e eu diminua João 3:30

sábado, 13 de agosto de 2016

O DESAFIO DE SER UM JOVEM CRISTÃO NA MODERNIDADE

Ser um jovem cristão na modernidade não é nada fácil. Basta você defender valores como castidade, a família tradicional e a vida – desde a sua concepção – para ser insultado e ridicularizado pelo mundo moderno.


Talvez muitos de nós jovens já tenhamos vivido na pele algum tipo de preconceito por ser cristão e, sobretudo, por ser católico. Na faculdade, os professores aproveitam para falar mal do Papa, acusam a Igreja de inquisitora, retrógrada, medieval, homofóbica… e por aí vai. Carregar um crucifixo no peito, andar com um terço ou Bíblia na mão pode lhe custar o título de fundamentalista.

Certo dia, um jovem testemunhou que apresentou um excelente trabalho na faculdade e recebeu honrarias de todos na mesa pelo feito acadêmico. Mas, no final, quando agradeceu a Deus e à Igreja pela inspiração de tal trabalho, sentiu um silêncio ensurdecedor no auditório e um clima de condenação tomou logo conta do espaço.

É verdade! Para ser um verdadeiro cristão, hoje em dia, é preciso muita coragem. Não existe mais nenhum status social para quem quer ser fiel a Cristo. Para nós jovens, falar de castidade, de matrimônio, de família tradicional pode lhe custar o isolamento e a ridicularização.

Não raro, encontramos jovens, de dentro da Igreja, que temem a ridicularização do mundo. Preferem as horarias dos colegas de baladas ao martírio da fidelidade a Cristo e a Igreja. Dizem-se jovens católicos, cristãos, acham supernormal a relação homoafetiva (“o que importa é o amor”, dizem), assistem aos Big Brothers (BBB) da vida, e pouco se importam com o que diz a Igreja sobre tais temas.

Como ser um autêntico jovem cristãos?

“O jovem, hoje, não pode mais viver sozinho, senão o mundo o egole”, diz Felipe Aquino, professor a apresentador da TV Canção Nova.

Para professor Felipe, hoje nós vivemos num mar de iniquidades, no qual o pecado ronda o jovem por todos os lados. No entanto, existem “ilhas de piedade” e são nelas que eles precisam se agarrar.

“O jovem de hoje precisa estar ligado a estas ‘ilhas de piedade’ que são os movimentos, as novas comunidades, as pastorais. Ele precisa, por questão de sobrevivência, conhecer o Catecismo da Igreja Católica, a história da Igreja e estar junto com outros jovens, porque uma única árvore é facilmente derrubada pelo vento, mas uma floresta não”, conclui o professor.

Para padre Carlo Pioppi, professor da Faculdade Santa Cruz de Roma, “ser um jovem cristão, hoje em dia, é difícil, porque Cristo nos liberta de uma série de condicionamentos. O Cristianismo não pode mais ser olhado como uma religião que nos coloca uma série de obrigações, mas sim como uma religião que nos aponta a liberdade”.

Exemplos de Jovens Cristão a serem seguidos:

José do Egito;
São José;
Davi;
Estevão – O primeiro mártir da Igreja
O primeiro mártir não foi um ancião,
O primeiro mártir não foi um profeta,
O primeiro mártir não foi um líder velho,
O primeiro mártir foi um jovem!

(Paulo profeta diz para Timóteo: – Timóteo foge dos desejos da sua mocidade
Não seja um jovem comum, não tenha a postura, o padrão cultural e social desta juventude)

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É necessário que ela cresça e eu diminua João 3:30

quinta-feira, 23 de junho de 2016

A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal

A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um." Colossenses 4:6

Aqui aprendemos que é preciso articular bem as palavras, usar o vocabulário correto, o tom de voz adequado, para saber falar a cada tipo de pessoa. É importante sempre ter uma atitude positiva e ter uma conversa agradável. Sal em excesso fica salgado, e pouco sal também não é bom, por isso devemos ter equilibrio e moderação.

Oração: Pai querido, eu quero mesmo melhorar a minha comunicação, ser mais transparente, mais honesto, e pensar nas palavras corretas para falar às pessoas. Perdoa pelas vezes que posso ter magoado alguém, usando palavras ásperas, e também pelas vezes que posso ter roubado os sonhos de alguém, usando palavras negativas e de desânimo. Eu oro em nome de Jesus. Amém.
É necessário que ela cresça e eu diminua João 3:30

terça-feira, 21 de junho de 2016

O espírito do Senhor DEUS está sobre mim

Jesus leu esta passagem numa sinagoga em Nazaré para descrever seu ministério (Lucas 4:17-21). Ele veio para pregar as boas novas, para curar, trazer libertação, para proclamar graça, e para oferecer conforto. Por isso não rejeite o amor de Jesus, renda-se diante do Pai, o Senhor se agrada quando nos apresentamos com nosso coração quebrantado, Ele quer nos dar a salvação, e fazer com que tenhamos uma vida plena e abundante.

Oração: Senhor Deus e Pai querido, obrigado porque o Senhor nos deu Jesus, Seu único filho, para que morresse em nosso lugar, levando consigo todo pecado, e por isso hoje tenho livre acesso a ti, posso ser salvo e posso morar na eternidade, se apenas eu crer em Jesus e confessá-lo como Senhor e Salvador. Peço que o Senhor perdoe meus pecados, que me traga liberdade, e restaure meu coração assim como diz a Sua palavra. Amém. "O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos." Isaías 61:1
É necessário que ela cresça e eu diminua João 3:30

sábado, 4 de junho de 2016

Esta bem-aventurança vem do irmão de Jesus.

Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam." Tiago 1:12

Esta bem-aventurança vem do irmão de Jesus. Ele a havia experimentado! Tiago sabia que valia à pena ficar firme e perseverar quando era atacado. Ele afirmou que Deus nos ama e que Ele fez promessas incríveis referentes ao que nos espera no futuro. Ele sabia que nosso período de provação logo se tornaria um período de grandes bênçãos
É necessário que ela cresça e eu diminua João 3:30

sexta-feira, 6 de maio de 2016

O Que São #Hashtags E Como Usá-las Corretamente

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Antigamente, o símbolo # (também chamado por nós de “jogo-da-velha”) era usado apenas em algumas situações especiais, como nas artes gráficas. Mas então veio oTwitter e transformou este símbolo mundano em uma sensação online. Hoje, se você está no Twitter, InstagramPinterestGoogle+YouTube ou Facebook, você simplesmente não tem como evitar a presença das #hashtags.
Para o iniciante nas redes sociais, as hashtags podem ser algo confuso e inútil à primeira vista. Mas se você entender o seu propósito e aprender a usá-las, as hashtags são uma ferramenta poderosa para ajudá-lo a envolver o seu público-alvo e aumentar o reconhecimento da sua marca.
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O Que É Uma # Hashtag?

O hashtag é uma palavra-chave precedida pelo símbolo #, que as pessoas incluem em suas mensagens. Essencialmente, ela faz com que o conteúdo do seu post seja acessível a todas as pessoas com interesses semelhantes, mesmo que eles não sejam seus seguidores ou fãs. Por exemplo, digamos que você seja um fã da Apple e que você esteja pensando em comprar um iPhone 5. Ao pesquisar por “#iPhone5” em qualquer rede social irá mostrar os posts e fotos de todos os usuários que usaram “#iPhone5” em suas mensagens. As hashtags aparecem como links clicáveis quando usadas em mensagens, bastando clicar sobre elas para ver todos os resultados relevantes.

Como As Hashtags Ajudam A Promover Meu Negócio?

Assumindo que o seu perfil nas redes sociais seja público, usar hashtags faz com que as suas mensagens sejam visíveis para qualquer um que compartilhe o seu interesse. Isso faz com que os seus posts não fiquem mais limitados à apenas seus seguidores – o seu conteúdo será acessível a todos os interessados. Escolher a hashtag certa irá ampliar enormemente o alcance das suas mensagens para milhares de potenciais seguidores, fãs ou clientes.
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Criando Uma Hashtag Eficaz

Para criar uma hashtag, tudo o que você precisa fazer é juntar um # e uma palavra-chave relevante. Você pode inserir hashtags em qualquer lugar em suas mensagens: frente, meio ou fim. Algumas pessoas gostam de colocar as suas hashtags no meio dos posts, enquanto outros preferem inseri-las no final – o resultado é o mesmo, desde que suas hashtags sejam relevante.
As hashtags são poderosas, quando usadas sabiamente. Nada afasta as pessoas mais do que um post confuso com e com hashtags em excesso ou muito longas, como #VejaSóOQueEuTomeiDeCaféDaManhã. Como regra geral, no Twitter não se usa mais do que uma ou duas, mas no Instagram dá pra usar 4 ou 5 hashtags sem problemas.
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As Hashtags São Todas Iguais?

No formato sim, mas elas variam de acordo com o conteúdo e o seu uso. Costuma-se dividir as hashtags em 3 tipos básicos:
  • Hashtags de Conteúdo: Se você é totalmente novo no mundo das hashtags, em primeiro lugar considere usar hashtags que se relacionam diretamente com a sua marca, produto ou serviço. Hashtags de conteúdo irão expor a sua marca para muitos clientes em potencial, que antes não eram familiarizados com a sua marca. Se você possui uma confecção de roupas, usar hashtags como #camisetas ou #moda irá expor o seu negócio para pessoas que ainda não o conhecem.
  • Trending Hashtags: Outra ótima maneira de aumentar a visibilidade da sua marca é usar as hashtags existentes e que estão na moda (isso é, que estão “trending”). Mas antes de usar uma dessas hashtags, tenha certeza de que a sua mensagens realmente está agregando valor à conversa existente. Se seu post não agrega valor, ele será ignorado e, até mesmo, poderá ser considerado spam. Se, contudo, o seu post é informativo, engraçado ou viral, ele será compartilhado por outros usuários e isso irá ampliar o alcance da sua marca.
  • Hashtags Originais: Às vezes, o problema com o uso de hashtags genéricas ou populares é que seus posts podem se perder no meio de centenas de mensagens que estão usando as mesmas hashtags. Por isso, é uma boa ideia criar suas próprias hashtags, específicas para o seu negócio ou sua marca. Elas poderão ser usadas em campanhas específicas (para uma promoção especial) ou então como forma de fortalecer as suas campanhas de marketing regulares (usadas em todos os seus canais sociais, sempre que relevante).
Então, o que você está esperando? Comece a aproveitar o poder das hashtags e amplie o seu alcance a milhões de seguidores e clientes em potencial!
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É necessário que ela cresça e eu diminua João 3:30

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

O que penso sobre evangelização no Carnaval

Nos últimos anos tornou-se comum encontrarmos em algumas igrejas evangélicas blocos carnavalescos.

Com o intuito de pregar o evangelho durante o carnaval, evangélicos de denominações diferentes criaram blocos e até mesmo Escolas de Samba cujo objetivo final é pregar aos foliões. Segundo os sambistas de Jesus, essa é uma maneira de evangelizar os perdidos que se encontram absortos em iniquidade e que precisam desesperadamente de Cristo.

Antes de qualquer coisa preciso afirmar que concordo plenamente com o fato inequívoco de que os perdidos estão mergulhados em iniquidade e que carecem da graça do Senhor. Sem sombra de dúvidas isso é um ponto indiscutível. Verdadeiramente os homens estão destítuidos da glória de Deus, mortos em seus delitos e pecados e incapazes de buscarem ao Senhor. (Efésios 2:1-10)

Caro leitor, o que me preocupa efetivamente não é o desejo de evangelizar, nem tampouco a vontade de pregar as Boas Novas da Salvação Eterna aos que se perdem e sim a forma escolhida para o desenvolvimento dessa missão.

Isto posto, permita-me explicar porque sou contra a criação de blocos evangélicos carnavalescos:
1-) Acredito que a evangelização se dá de forma contínua e de modo relacional, isto é, todos nós, somos chamados a evangelizar os que se relacionam conosco através de palavras, testemunhos, durante o ano e não em eventos esporádicos.
2-) Porque nem toda contextualização é bíbllica. Quando a contextualização abre portas ao mudanismo, paganismo, e a ausência de santidade, ela precisa ser rechaçada.
3) A igreja foi chamada para pregar Cristo e o arrependimento de pecados e não um tipo de evangelho palatável cujo foco principal é a satisfação humana.
4-) Pela forte relação com o mundo e com os valores que nele existentes. Ora, por mais que digam ao contrário, os que saem as ruas para "evangelizar" em blocos carnavalescos relacionam-se com o mundo e a cultura de uma forma onde o foco principal não é a glória de Deus e sim o bem estar do homem. (Romanos 12:1-2)
5-) Por tomarem o nome de Deus em vão, fazendo do Senhor instrumento exclusivo de satisfação pessoal. Na minha perspectiva sair as ruas, sambando, rindo fere o mandamento bíblico de usar o nome do Senhor em vão.
6-) Porque ainda que se diga que o objetivo é a evangelização o que menos se vê é a pregação do Evangelho.
7-)Por dar ocasião a carne e ao "velho homem." despertando em muitos o antigo prazer pelo pecado.
Se não bastasse isso pergunto:

Será que se a Igreja pregasse e vivesse o evangelho durante o ano não haveriam mais conversões do que comumente temos? Ora, vamos combinar uma coisa? Evangelizar é muito mais do que cantar, sambar, pular. Evangelizar está para além de eventos, programas ou atividades distintas. Evangelizar é compartilhar aquilo que o Senhor fez pelo pecador na cruz do calvário, é confrontar o homem em seus delitos e pecados, chamando-o ao arrependimento, é proclamar Cristo como Senhor e Salvador, confrontando o pecador com a dura, porém maravilhosa mensagem da Cruz.

Bem sei que alguns me xingarão de "fundamentalista estupido", de fariseu da modernidade e outras coisas mais, todavia, ao contrário de alguns não posso considerar as loucuras do chamado movimento gospel como normais.

Definitivamente o Brasil precisa de um avivamento!
Definitivamente o Brasil precisa regressar as Escrituras.
Definitivamente precisamos chorar e clamar a Deus por Deus por mudança no evangelicalismo brasileiro.

"E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha" (Efésios 5.11-12).

É o que penso, é o que digo!
Igreja Batista Ebenezer de Cristais