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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Clica no play.. Notícia urgente, em cristais tem 5 médicos, a carga horária dos médicos é de 20 horas por semana, eles querem diminuir pra 12 horas por semana, Qual a sua opinião eles estão certo ou errado


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É necessário que ela cresça e eu diminua João 3:30

segunda-feira, 23 de abril de 2018

EU ME RENDO

Palavras de Jesus no evangelho segundo Mateus capitulo 4 versículo 19:

“Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens.”

Ser um discípulo de Jesus, o seguir, é andar em total estado de obediência observando tudo o que é feito, o que é dito e principalmente prestando a máxima atenção a tudo que é ordenado por Ele.

Essa foi a grande lição que Pedro aprendeu nesta passagem,neste encontro com Jesus.

A grande questão é que quando nós tentamos obedecer a Jesus percebemos rapidamente que não somos capazes de obedecê-lo completamente.

Não conseguiremos obedecer a todas as suas ordens e quando conseguirmos não o faremos com perfeição, pois existe uma questão dentro de cada um de nós, a nossa limitação,a nossa humanidade que acaba nos deixando nesta condição.

Não conseguimos com nossas próprias forças, capacidades ou vontade fazer tudo quanto Deus quer que nós façamos.

Esta é a angustia, por exemplo, do apostolo Paulo quando na carta que ele escreve a igreja de Roma no capitulo 7 versículo 19 ele diz assim:

“Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.”

Aqui temos uma experiência tipicamente humana, até gostaríamos de fazer tudo quanto nós achamos que devemos fazer dentro do que é certo e acreditamos que Deus nos mandou fazer, mas infelizmente acabamos não conseguindo.

Por esse motivo é que o evangelho de Jesus é uma boa notícia e Seu convite extraordinário.

Quando Ele diz em Mateus capitulo 11 versículos 28 ao 30:

“Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.

Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.”

Na verdade o que Ele está querendo dizer a Pedro e a cada um de nós é:

“Isto não é algo que dependa de suas forças, de suas capacidades, venham comigo e Eu farei de vocês pessoas extraordinárias, Eu farei de vocês pessoas diferentes, Eu vou transformá-los!”

Andando com Jesus, o obedecendo,nos desarmando de qualquer tipo de defesa que de uma maneira ou de outra nos impeça de termos intimidade com Ele dizendo sinceramente em nosso coração:


“EU ME RENDO A TI MEU SENHOR!”



Todavia o Senhor tem os seus caminhos e recursos. Ele escolhe as coisas pequenas para formar os seus profetas, os seus homens e mulheres valentes: "Josias se converteu com 16 anos e com 18 começou a implantar uma reforma nos costumes de Judá. Foi preciso que uma reforma material fosse feita para que a espiritual acontecesse. Durante a reforma material do templo, encontraram o livro de Deuteronômio. O livro é uma evocação de obediência ao Deus criador de toda terra, contém os mandamentos e a promessa da chegada de Jesus". Josias é o remanescente do que chamamos de volta de fé genuína. Se não fora o avivamento, a nação não teria sobrevivido ao exílio. Concluiu: "Querido irmão, ache a Palavra de Deus em sua casa, em seu quarto e leia com todo amor e carinho. Não a perca, estando na Casa do Pai".
É necessário que ela cresça e eu diminua João 3:30

segunda-feira, 5 de março de 2018

Destruição da Síria é cumprimento de profecia bíblica?

Ghouta Oriental era parte de Damasco nos dias do Antigo Testamento
Desde o ano passado, quando o cenário de destruição na Síria começou a se aproximar da capital Damasco, alguns teólogos vêm fazendo diferentes análises sobre a possibilidade de isso ser o cumprimento, em nossos dias, de antigas profecias bíblicas.

A partir do último dia 18 de fevereiro, as tropas do presidente sírio Basha Al Assad começaram um bombardeio maciço nos subúrbios ao Leste da capital, na região de Ghouta Oriental. Com cerca de 400 mil moradores e dominada por forças rebeldes ao regime, quase que diariamente há notícias de dezenas de civis mortos após os ataques.

A ONU tentou negociar uma trégua, que incluiria um cessar-fogo de 30 dias, quando seria possível evacuar a região. Porém, ela não foi seguida e agora surgem denúncias do uso de armas químicas. O conflito em Ghouta se estende desde 2013. Distando cerca de 15 km de Damasco, uma derrota ali permitiria que os opositores do presidente conquistassem a capital, ponto fim ao regime atual.

Ainda que alguns estudiosos descrevam essa lamentável crise humanitária como evidência do cumprimento de profecias bíblicas, há quem classifique essa conexão como “irresponsável” e “equivocada”.

Os textos mais citados são Isaías 17 e Jeremias 49, que falam sobra a destruição de Damasco, que se tornaria um “montão de ruínas”.

Para o renomado escritor evangélico Joel Rosenberg, “Estamos vendo o que parece o fim de Damasco. Não sabemos se esse é o prelúdio para o cumprimento dessas profecias. Porém, Damasco é a cidade mais antiga da Terra a ser habitada continuamente. O fato de ela estar sendo destruída é algo extraordinário… No passado, ela foi atacada, sitiada e conquistada, mas nunca ficou completamente destruída e desabitada”.

Autor de vários livros sobre escatologia, Rosenberg lembra que “O profeta Ezequiel escreveu há 2.500 anos que, nos ‘últimos dias’, a Rússia [Gogue?] e o Irã [Pérsia] formarão uma aliança militar para atacarem Israel pelo norte. Os estudiosos da Bíblia chamam este conflito escatológico, descrito em Ezequiel 38 e 39 de a guerra de Gogue e Magogue”. O teólogo acredita que a participação ativa de Moscou e Teerã neste conflito nos últimos anos não é apenas uma coincidência, mas um cumprimento profético.

Lançado em 2016, o livro “Armageddom Code” [O código do Armagedom] do jornalista cristão
Billy Hallowell possui uma interpretação muito similar a maneira como as cidades e países mencionados no “cenário dos últimos dias” podem ser facilmente identificadas em muitas reportagens exibidas recentemente na TV.

O grande drama humanitário do Oriente Médio poderá ficar ainda pior nas próximas semanas, uma vez que tantos os Estados Unidos quanto o Reino Unidos ameaçam bombardear Damasco, caso fique comprovado o uso de armas químicas, que violam os acordos da ONU. Embora o alvo primordial seria os arsenais de Assad, isso poderia, definitivamente, fazer com que a capital Síria se torne “um montão de ruínas”.

Cabe ressaltar que, a geografia bíblica é distinta da atual e nos dias do Antigo Testamento, a localização de Damasco incluía o que hoje é Ghouta, palavra que significa “oásis” e faz referência a uma fonte de água no deserto, condição essencial para o estabelecimento de cidades na antiguidade.

Profecia cumprida no passado
A ideia que não faria sentido relacionar os eventos atuais com a profecia bíblica é rejeitada por eruditos que acreditam que tanto Isaías quanto Ezequiel se referiam a algo que já ocorreu: o ataque dos assírios contra Damasco no ano 732 a.C.

É o que defende Hank Hanegraaff, teólogo com vários livros publicados no Brasil, e apresentador do programa de rádio “Bible Answer Man”, onde esclarece dúvidas sobre a Bíblia. Questionado por um ouvinte sobre o texto de Isaías 17, foi enfático: “Usar essa passagem de Isaías para explicar o que está acontecendo atualmente na Síria é um bom exemplo “escatologia de imprensa”. É uma vergonha os pastores fazerem isso. Ou eles não conhecem a palavra de Deus ou quererem promover o sensacionalismo e sofismas”.

Hanegraaff defende a ideia, comum nos seminários tradicionais, que Isaías 17 foi cumprido há milhares de anos. “Se olharmos para o que a Bíblia realmente diz, fica muito claro que o cumprimento da profecia também é relatado pelo texto bíblico. Se você olhar para o que começa a ser dito em Isaías 7, verá uma permutação, e seu cumprimento é descrito no capítulo seguinte, em Isaías 8”.

No entendimento de Hanegraaff, quem foge da interpretação histórica dessas passagens está tentando “encaixar as profecias em suas próprias visões escatológicas”.

Ele não está sozinho. A doutora Candida Moss, professora de Novo Testamento e Cristianismo Primitivo na Universidade Católica de Notre Dame, também acredita que a prometida destruição de Damasco ocorreu no século VIII antes de Cristo, mais especificamente na sua conquista pelos assírios, em 732 a.C. “Porém, essa não foi a única vez que Damasco testemunhou grandes conflitos”, sublinha Moss.

Entre os conquistadores de cidade, sempre com algum tipo de destruição, incluem-se o rei Nabucodonosor, da Babilônia, e o rei grego Alexandre, o Grande. Menos conhecido no Ocidente, o general islâmico Khalid ibn al-Walid, fez um cerco militar à cidade, no século 7. Posteriormente, na início do século 15, os exércitos turco-mongóis de Timur-i-Lenk (Tamerlão, em português) conquistaram Damasco, matando toda a sua população. Com informações de CBN
É necessário que ela cresça e eu diminua João 3:30